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quarta-feira, 25 de maio de 2011

O ‘duelo da vida’ de Coritiba e Ceará

Para o Coritiba 

O Coritiba nunca chegou à uma final de Copa do Brasil. Planejava entrar forte na competição apenas ano que vem, após estabilizar sua presença novamente na Série A.
“Se me perguntassem, no início de janeiro, se o Coritiba estaria neste momento perto da final da Copa do Brasil, eu não imaginaria”, disse o vice-pre­­sidente do Coxa, Vilson Ribeiro, em entrevista à Gazeta do Povo.
Em 2011, nenhum time tem os números do Coritiba. A campanha é avassaladora, com 81 gols em 32 jogos e apenas duas derrotas nesse período. O clube vem numa crescente desde 2010, quando ganhou a Série B com sobras e montou uma base forte.
Chegar à decisão, portanto, significaria valorizar todo um trabalho feito desde que o Coxa foi rebaixado, em 2009.


Para o Ceará

Há 17 anos, o Ceará decidia a Copa do Brasil com o Grêmio – acabou derrotado. No caminho, com um time modesto, havia deixado para trás adversários como Internacional e Palmeiras. De lá para cá, só conseguiu bater na trave em 2005 – eliminado na semifinal.
O tempo passou e o clube evoluiu. Passou por crises, mergulhou em dívidas e se ergueu novamente. O time que hoje tenta voltar à uma final de Copa do Brasil foi montado com planejamento baseado no equilíbrio financeiro e alguma pitada de ousadia.
A equipe de hoje é um resquício melhorado do que o Ceará fez em 2009 e 2010. Um período de lições, que permitiu ao clube olhar para a Copa do Brasil com mais carinho.
Ter a chance de decidir a segunda competição mais importante do País, para o Ceará, só aponta que o horizonte em Porangabuçu pode ir bem além do Estadual.
O jogo

Marcelo Oliveira e Vágner Mancini mexem pouco nas suas equipes. Tem sido assim desde assumiram Coritiba e Ceará, respectivamente.
Ambos possuem filosofias claras. Jogam pra frente. O Coritiba de Marcelo Oliveira aparece sempre com três armadores (Anderson Aquino, apesar de homem de frente, atua aberto, ajudando no meio) e um atacante. O time é de uma movimentação incrível. Já o Ceará de Mancini joga dois meias e dois atacantes. Aposta na doação do quarteto e nas muitas descidas do laterais.
Ambos também contam com defesas sólidas, que tomam poucos gols. A do Coritiba é mais técnica, porém mais lenta. Já a do Ceará tem poder de recuperação maior, apesar das limitações, principalmente no jogo pelo alto.
Os times

CORITIBA

Édson Bastos; Jonas, Demerson, Émerson e Lucas Mendes; Leandro Donizete, Léo Gago, Davi, Rafinha e Anderson Aquino; Bill. Técnico: Marcelo Oliveira
CEARÁ
Fernando Henrique; Boiadeiro, Cléber, Erivelton e Vicente; João Marcos, Michel, Thiago Humberto e Geraldo; Iarley e Marcelo Nicácio. Técnico: Vagner Mancini
    

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