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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Brasil e Argentina terão fórum privado para disputa comercial

As mandatárias vão tratar das recentes dificuldades no campo comercial, mas não devem se aprofundar na questão durante a visita oficial que Cristina fará a Brasília


Brasílai- Brasil e Argentina decidiram criar um fórum de empresários para resolver os problemas do comércio bilateral, e a iniciativa deve ser anunciada na sexta-feira pelas presidentes Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, informou o governo na quinta-feira.
As mandatárias vão tratar das recentes dificuldades no campo comercial, mas não devem se aprofundar na questão durante a visita oficial que Cristina fará a Brasília na sexta-feira.
A aposta dos dois países é de uma solução empresarial para evitar que mercadorias brasileiras e argentinas fiquem presas nas fronteiras aguardando as licenças de liberação que deixaram de ser automáticas.
Em maio, o Brasil decidiu impor barreiras à importação de veículos por meio de licenças não-automáticas, afetando principalmente envios de produtos da Argentina, que criticou fortemente a medida.
O grupo de empresários dos dois países ainda não está fechado, mas é certo que haverá representantes dos setores automotivo, têxtil, calçadista, de serviços e construção civil.
A secretária de Comércio Exterior do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Prazeres, afirmou à Reuters que o fórum funcionará nos moldes do Fórum de CEOs Brasil-Estados Unidos.
"A diferença é que nos outros fóruns se leva em conta apenas o volume de comércio para definir os integrantes. No caso do fórum Brasil-Argentina também serão incluídas empresas de menor porte, mas que tenham enfrentado problemas no comércio bilateral", explicou.
Tatiana disse que a relação comercial entre Brasil e Argentina é boa no geral, mas reconheceu que "há dificuldades pontuais em alguns setores".
Pelas contas do ministério, as exportações brasileiras para o país vizinho cresceram 33 por cento no primeiro semestre deste ano na comparação ao mesmo período do ano passado.
"O Fórum com a Argentina faz todo sentido, considerando que é o nosso terceiro maior parceiro comercial e tende a superar os Estados Unidos e alcançar o segundo posto", disse.
A secretária afirmou ainda que a primeira reunião entre empresários brasileiros e argentinos deve ocorrer neste semestre, mas que deve haver aproximação de alguns setores já na visita oficial da presidente argentina nesta sexta-feira.
A corrente comercial entre Argentina e Brasil somou em 2010 cerca de 32 bilhões de dólares, sendo superavitária em 4 bilhões de dólares para Brasília.

Pouco tráfego e grande confronto em Kosovo


Um posto de fronteira em chamas, soldados da OTAN envolvidas para evitar a escalada: a fronteira entre o Kosovo ea Sérvia, um centro de contrabando, é de novo.A colunista do holandês, a solução está em negociação e apoio jurídico para o comércio.
Kosovo pode muito bem ser um estado soberano desde fevereiro de 2008, continua a ser uma nação dividida e continua a dividir o mundo. Os problemas na fronteira de Jarinje, que resultou na morte de um policial [26 de julho], atestam isso. Dois anos após a proclamação da independência, o Kosovo não conhece a calma, apesar da presença de uma força de manutenção da paz em massa da OTAN e assessores da UE.
No Kosovo, a minoria sérvia não reconhece a autoridade política de Pristina. Os sérvios, que representam cerca de 8% da população, vivem principalmente entre si, no norte, perto de Mitrovica, e no enclave de Štrpce no sul. Eles têm sua própria economia, que depende do comércio (contrabando) e do dinar sérvio. Os kosovares estavam usando no euro. A minoria sérvia é apoiado por movimentos nacionalistas na Sérvia, que se recusam a ser conformado com o status quo.
Por seu lado, as autoridades do Kosovo estão a atingir a sua jurisdição para impor fronteiras. Nenhum país pode tolerar tais áreas de tráfego ilegal. Portanto, a ação policial foi justificado em Jarinje. Pristina não pode deixar que o fato de que as forças policiais foram expulsos pelos kosovares sérvios. Apesar de agora os soldados da KFOR, a força de paz da NATO patrulha no local e que a calma parece ter alguma renda.
Não é por acaso que Hashim Thaci, primeiro-ministro de Kosovo, acusado de "estruturas" sérvio paralelas (significando, assim, pedido de Belgrado) para ser misturado com violência. Por sua parte, Boris Tadic, presidente sérvio, tentou cortar custos na qualificação da delegacia ataque em Jarinje de trabalho de "hooligans" tentando minar o diálogo bilateral. O presidente faz o que pode para minimizar o incidente transfronteiriça possível.
Mas ele também sabe que a sua autoridade de muitos sérvios é limitada, porque isso acontece com um homem pronto para todos os tipos de concessões para ganhar o favor da UE. Portanto, é caminhar sobre ovos. É por isso que o governo sérvio quer incluir esta questão, através da Rússia, a agenda do Conselho de Segurança. Rússia - como a Espanha e outros quatro membros da União Europeia [a Eslováquia, a Roménia, Chipre e Grécia] - é um dos 77 países no mundo ainda não reconheceram o Kosovo. É também por isso a UE, que chamou a Jarinje violência de "intolerável", está agora a tentar negociar rapidamente.
Negociação é a única solução eficaz. Nós não podemos esperar para a Sérvia a reconhecer isso simplesmente para Kosovo. O prejuízo para o seu orgulho é muito recente. Mas podemos esperar de Belgrade, no entanto, permite que o comércio com o Kosovo, Pristina e ela não lançar óleo sobre o fogo. Interesse de todos para promover o comércio. Para, em última instância, o negócio é a melhor pomada para a normalização das relações bilaterais.

Balanço do PAC no governo Dilma vai definir o futuro de ministros

O primeiro balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) durante o governo Dilma Rousseff, que será anunciado amanhã, terá uma característica mais do que técnica: um perfil político. Segundo apurou o Correio, o pente-fino que o governo está fazendo nas obras poderá dar início a uma nova leva de exonerações na administração federal. Como adiantou a própria presidente na semana passada, “é preciso tornar a máquina pública mais eficiente”.  
A intenção de Dilma, agora, é promover alterações por ineficiência. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, a chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e a própria Dilma estão analisando quais obras estão com as execuções orçamentárias satisfatórias e quais estão abaixo da crítica e dos limites ideais nos cronogramas. Aquelas que estiverem fora das especificações planejadas pela presidente poderão começar a sofrer sanções. “Os aliados vão reclamar que não fizeram nada que justifique as exonerações. O problema é justamente esse, teriam de ter feito algo com os orçamentos que receberam do Tesouro Nacional”, justificou uma pessoa próxima à presidente.  
A derrocada da cúpula do PR no Ministério dos Transportes teve início justamente após uma análise detalhada do Planejamento sobre a execução do PAC feita pela pasta, impulsionada pelas denúncias de corrupção no setor. Miriam levou os dados à presidente, que convocou reunião, no mês passado, para cobrar eficiência dos então responsáveis pela área — o ex-ministro Alfredo Nascimento, o ex-diretor da Valec José Francisco das Neves (Juquinha) e o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antonio Pagot. Desde então, já foram 18 exonerações.  
Ontem, mais dois integrantes do setor deixaram o cargo. O diretor de Infraestrutura do Dnit, Geraldo Lourenço de Souza Neto, entregou sua carta de exoneração para o ministro Paulo Sérgio Passos. Quem também decidiu deixar o posto foi o superintendente do Dnit em Mato Grosso, Nilton de Britto. Considerado próximo a Pagot, Nilton é sócio de uma empresa chamada Engepont, cujo principal proprietário, Milton de Britto, seu irmão, tem contratos com o Dnit. Ainda ontem, o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu a licitação e qualquer trabalho de planejamento para a construção da ferrovia de integração do Centro-Oeste. 
Cidades Contornada a crise nos Transportes, a execução do PAC continuará sendo a baliza para avaliar o desempenho de outros ministérios. Uma das pastas que deve ser alvo de atenção especial da presidente é Cidades, administrada pelo PP. O Siafi aponta que o ministério, responsável pelas obras de saneamento, de mobilidade urbana e pela celebração de convênios do Minha Casa, Minha Vida, teve apenas 27% de execução do orçamento, estimado em R$ 17 bilhões no total — o maior de todos ligados ao PAC. Outros ministérios, como Educação e Saúde, também estão com execução abaixo da crítica.  
Esse cenário de avaliações tem gerado desconforto entre os aliados. O PMDB, por exemplo, ameaçou uma rebelião nos últimos dias. Ministros do partido, como o secretário de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, sentiram-se incomodados com as especulações de que “as pastas da legenda seriam blindadas de investigação” e cobraram a elaboração de uma nota oficial da sigla, assinada pelo vice-presidente Michel Temer. Outros, como o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ponderaram que a situação traria mais problemas entre o PMDB e o Palácio do Planalto. Prevaleceu a posição de Jobim, e a nota não chegou a ser redigida.


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