Rádio Boa Nova

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sábado, 30 de abril de 2011

Tornados que causaram 340 mortes são 2º pior evento da história dos EUA

Grupos religiosos, estudantes e outros voluntários trabalham ininterruptamente neste sábado (30) para levar comida, água e outros gêneros de primeira necessidade a comunicades atingidas pelo segunda segunda maior tragédia provocada por tornados nos Estados Unidos.
O número de mortos após dois dias de fortes tempestades no sul do país chega a 340. É o pior evento do gênero desde 18 de março de 1925, quando 747 morreram em tempestades que atingiram Missouri, Illinois e Indiana.
autoridades, as tempestades deixaram 249 mortos no Alabama, 34 no Tennessee, 33 no Mississipi, 15 na Geórgia, cinco na Virgínia e um no Arkansas.
De acordo a empresa de consultoria especializada em desastres Eqecat, o prejuízo relacionado a casas e edifícios destruídos é de cerca de US$ 5 bilhões.
Durante visita às cidades afetadas nesta sexta-feira, o presidente americano Barack Obama garantiu que seu governo se empenhará na reconstrução das comunidades devastadas.
"Devo dizer que nunca vi devastação como esta. É desolador", disse Obama após percorrer a cidade de Tuscaloosa, destruída por um tornado na quarta-feira.
*(Com informações da EFE e AP)

Celebração da Eucaristia era o coração das viagens de JPII

Ofereceu o seu corpo pela Igreja, para levar a unidade e a comunhão entre todos os fiéis, em todo mundo". O presidente do Pontifício Comitê para os Congressos Eucarísticos Internacionais, Arcebispo Piero Marini, recorda assim João Paulo II. Uma visão de quem esteve ao seu lado, de fevereiro de 1987 até seu falecimento, como Mestre das Celebrações Litúrgicas. 

Acesse
.: Página especial da beatificação de JPII

"Era um celebrante exemplar da Eucaristia. Realmente, eram momentos de comoção, muitas vezes cheguei às lágrimas, vendo na África, na Ásia, toda aquela gente que celebrava com o Papa, que se aproximava dele. Vi em todo o mundo aquela que era a liturgia que o Vaticano II queria na redescoberta daquele povo, santo, sacerdotal, do povo de Deus”, destaca Dom Marini.

O Arcebispo ressalta a grande intimidade que João Paulo II tinha na oração e como ele amava os sacramentos. Era um homem que amava os sinais e não tinha vergonha de ajoelhar-se. Não se preocupava com o que os outros pudessem dizer. João Paulo II transformou a sacristia pontifícia em um lugar de oração, lá ele sempre se ajoelhava  antes e depois da Missa.

Dom Marini conta que João Paulo II amava cantar e que ele o acompanhava na sacristia antes das celebrações. “Via-se também na celebração momentos de intimidade com o Senhor. Por exemplo, depois da comunhão, ele permanecia sempre absorto em oração, enquanto todos esperavam por ele”, conta.

Karol Wojtyla era um homem também de grande sensibilidade para a participação dos fiéis. Para ele, a participação dos fiéis na Missa era uma inculturação. “Era convicto, convencendo a mim também, que não era possível participar da Missa sem inculturar a liturgia, exprimindo-a em cada cultura. Assim, permanece para mim um exemplo desse Pastor sobre o qual falou o Concílio Vaticano II, que é o bispo o grande pastor do seu rebanho, sobretudo na celebração dos grandes mistérios. E ele fez todas essas viagens justamente para celebrar a Eucaristia. Era o coração de todas as viagens”, enfatiza Dom Marini.

Centenas de celebrações, dezenas de viagens apostólicas em todo o mundo. Para o Arcebispo, entre as celebrações que mais lhe marcaram está aquela realizada em Miami, quando um tornado se aproximava e eles tiveram que interromper a Missa e continuá-la num trailer.  

“Lembro-me de uma Missa celebrada em Corrientes em meio a uma tempestade tropical e as pessoas estavam com água até os joelhos, tivemos que mudar o altar de lugar durante a Missa três ou quatro vezes buscando um lugar que não chovia”, conta ainda.

Outra celebração que ficou gravada na memória dele foi aquela realizada em Sarajevo, na Bósnia, onde era possível perceber o sofrimento do Papa durante a celebração. “Os tremores de frio se juntavam àqueles do mal de Parkinson”, lembra.

Dom Marini lembra ainda quando celebrou com o Papa João Paulo II no Hospital Gemelli, lugar onde ficou internado até pouco antes de sua morte. “Estava doente sob um leito. Vi, realmente, naquele momento, a participação no sacrifício de Cristo. Tenho esse momento no coração como uma das recordações mais belas”.

A grande vida de fé de Karol Wojtyla deixou para a Igreja muitas graças e dons. Para o presidente do Pontifício Comitê para os Congressos Eucarísticos Internacionais, o carisma da unidade e da comunhão da Igreja são os mais importantes.

“Aquilo que os papas nos primeiros séculos faziam em Roma, o Papa fez para toda Igreja e se tornou, realmente, o centro, o elemento da comunhão de toda Igreja. Colocou-se fisicamente à disposição da Igreja e de todas as pequenas comunidades para dizer 'somos uma só Igreja, somos um povo em caminho, devemos viver na comunhão, unidos pela mesma'. Eis para mim a interpretação das suas viagens que, ainda hoje, creio, seja necessário ter presente”, ressalta.

Dom Marini recorda ainda a última vez que se encontrou com  João Paulo II, dois dias antes de sua partida para o Céu. “Uma lembrança que me comove foi quando o saudei pela última vez. Na quinta-feira, ao meio dia, fui saudá-lo e no sábado estava morto. Não podia falar e para me saudar me deu a sua mão, segurou minha mão e ficamos assim, apenas nos olhando nos olhos. Essa é a recordação mais bela que tenho dele, de suas mãos que se colocaram sobre a minha cabeça no dia da minha ordenação". 

João Paulo II era um Papa próximo a todos, um Papa que queria abraçar todos, um Papa movido pelo amor ao homem, pelo amor ao Evangelho e pelo anúncio da Palavra de Deus.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Bento XVI fala sobre sua amizade com João Paulo II


A amizade entre João Paulo II e Joseph Ratzinger começou no conclave de 1978

"Desde o início senti uma grande simpatia, e graças a Deus, sem eu merecer, o então cardeal me doou desde o início a sua amizade. Sou grato pela confiança que depositou em mim mesmo sem eu merecer. Sobretudo, vendo-o rezar, vi e não só compreendi, que era uma homem de Deus”, contou o Papa Bento XVI em entrevista a uma TV polonesa em 2005, relembrando como nasceu a amizade com o então Cardeal Karol Józef Wojtyla, no conclave de 1978.

Esta era a impressão fundamental de Bento XVI: Wojtyla era um homem que vivia, de fato, em Deus.

“Impressionou-me a cordialidade com a qual encontrou-se comigo. Sem muitas palavras nasceu assim uma amizade que vinha propriamente do coração e logo depois de sua eleição, o Papa me chamou diversas vezes em Roma para conversas e, por fim, me nomeou Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé”, conta o atual Pontífice.

Para Bento XVI o que mais chama a atenção no pontificado de João Paulo II é o respeito e admiração conquistados dentro e fora da Igreja Católica. “O Santo Padre com seus discursos, sua pessoa, sua presença, sua capacidade para convencer, criou uma nova sensibilidade para os valores morais, para a importância da religião no mundo”, destaca.

João Paulo II criou uma nova abertura e sensibilidade para os problemas da religião,  para a necessidade da dimensão religiosa na vida do homem, e, para o atual Bento XVI, o Papa polonês sobretudo mostrou de novo a importância do Bispo de Roma.

“Todos os cristãos reconheceram – mesmo com as diferenças e mesmo não o reconhecendo como Sucessor de Pedro – que ele é o porta-voz do Cristianismo. Nenhum outro no mundo, a nível mundial, pode falar assim em nome da cristandade e dar voz e força, na atualidade do mundo, à realidade cristã.”, ressalta Bento XVI.

Mas mesmo para os não-cristãos e membros de outras religiões era ele o porta-voz dos grandes valores da humanidade. Segundo Bento XVI, é importante ressaltar que o saudoso Papa conseguiu criar um clima de diálogo entre as grandes religiões e um senso comum de responsabilidade mundial e, para João Paulo II, a violência e as religiões são incompatíveis, e que todos juntos devemos buscar o caminho da paz.

Amor pela juventude


"Somente uma personalidade com aquele carisma poderia conseguir que a juventude se entusiasmasse por Cristo e pela Igreja", disse Bento XVI sobre JPII

"Antes de tudo, ele soube entusiasmar a juventude para Cristo. Isso é uma coisa nova, se pensamos na juventude de 1968 e dos anos 70. Somente uma personalidade com aquele carisma poderia conseguir que a juventude se entusiasmasse por Cristo e pela Igreja. Somente ele poderia, de tal modo, conseguir mobilizar a juventude do mundo para a causa de Deus e pelo amor a Cristo", afirmou Bento XVI.

João Paulo II criou na Igreja um novo amor pela Eucaristia, ressalta o Papa, criou um novo sentido pela grandeza da Divina Misericórdia; e também aprofundou muito o amor por Nossa Senhora e assim levou-nos a uma interiorização da fé e, ao mesmo tempo, a uma maior eficiência.

“Naturalmente, é preciso mencionar, como todos sabemos, também como foi essencial sua contribuição para as grandes mudanças do mundo, em 1989, com a queda do chamado socialismo real”, completa o atual pontífice.

Últimos encontros

O Santo Padre recorda seus últimos encontros com João Paulo II no Hospital Gemelli, poucos dias antes de sua morte, e conta que o que mais lhe impressionou foi a doação completa do futuro beato à vontade de Deus.

“No primeiro encontro, o Papa sofria visivelmente, mas estava completamente lúcido e muito presente. Eu fui até ali simplesmente para um encontro de trabalho, porque era preciso tomar algumas decisões. O Santo Padre, mesmo sofrendo, seguia com grande atenção aquilo que eu falava. Ele me disse, em poucas palavras, suas decisões, deu-me sua benção, saudou-me em alemão recordando-me sua confiança e amizade”.

Para o então cardeal Joseph Alois Ratzinger, aquele foi um momento comovente, como se o sofrimento de João Paulo II se unisse ao sofrimento de Deus, como se ele oferecesse o seu sofrimento à Deus e por Deus. Por outra parte, era possível ver como ele resplandecia uma serenidade interior e plena lucidez.

“O segundo encontro foi um dia antes de sua morte: estava obviamente sofrendo, rodeado por médicos e amigos. Ainda muito lúcido, deu-me sua benção. Não podia falar muito. Para mim, esta paciência no sofrimento foi um grande ensinamento, sobretudo consegui ver e sentir como se estivesse nas mãos de Deus e como se ele se abandonasse à vontade de Dele. Apesar das dores visíveis, estava sereno, porque estava nas mãos do Amor Divino”, recorda Bento XVI.

Mensagem de Reflexão - Jesus, eu confio em vós...

O casamento de conto de fadas cativa a imaginação do mundo



LONDRES — William da Inglaterra e Kate Middleton, a plebeia que agora é princesa, se converteram em marido e mulher numa cerimônia que encheu de entusiasmo e fervor as ruas de Londres e cativou a imaginação do mundo todo.
Tudo começou com Kate Middleton circulando de carro pelas ruas de Londres até chegar a seu destino, a Abadia de Westminster. No percurso, enquanto a imprensa tentava decifrar os detalhes de seu esperado vestido de noiva, ela foi ovacionada pelas pessoas aglomeradas nas calçadas e sorridente acenou durante todo o trajeto.
"Você está linda", disse o príncipe William ao ver sua noiva usando um elegante vestido branco marfim, com uma longa cauda e discreta tiara.
Cerca de dois bilhões de pessoas em 180 países acompanharam a cerimônia pela televisão, pelo Youtube e redes sociais, ao mesmo tempo em que milhares de pessoas de todo mundo invadiram as ruas de Londres para o acontecimento mais midiático na Grã-Bretanha desde o casamento de Diana e Charles, os pais de William.
A cerimônia, cheia de música, pompa e cores, transcorreu diante de 1.900 convidados, entre eles membros das monarquias europeias, celebridades, líderes políticos e amigos do casal, que lotaram desde cedo a Abadia, decorada com um arvoredo e flores silvestres.


A rainha Elizabeth II vestiu um tailleur e chapéu amarelo primaveril.
A noiva, agora princesa Catherine, seguiu seu estilo clássico e refinado optando usar um vestido simples e elegante, criado por Sarah Burton, da marca Alexander McQueen.
Em tecido fosco, o vestido de noiva do século é um tomara-que-caia com decote coração de cintura muito marcada, com blusa de renda e mangas compridas, e bordados muito delicados na cauda.
Com os cabelos levemente presos nas têmporas e protegidos por um véu sem muitos detalhes ou bordados, Kate usou uma tiara pequena e delicada, que, segundo especialistas, pertenceu à Rainha Mãe, combinada com brincos discretos e uma maquiagem com poucos brilhos ou cores, digna de um membro da família real.
"Sim, aceito", disse William com voz firme, enquanto que Kate, com uma voz um tanto trêmula, pronunciou seu "Sim", prometendo ao príncipe "amá-lo, confortá-lo, honrá-lo e cuidar dele".
Como mulher moderna que é, Middleton não se comprometeu em seus votos matrimoniais a "obedecer" ao marido.
Depois de falar o "Sim", William, meio nervoso, colocou no dedo da esposa a aliança confeccionada por joalheiros galeses, que usaram uma pedra presenteada pela rainha Elizabeth em novembro.
O príncipe Harry, irmão mais novo de William e seu padrinho, encarregado de levar a aliança à abadia, cumpriu com seu país, enquanto o noivo, de comum acordo com sua prometida, não usou aliança.
Depois dos votos nupciais, William e Kate foram declarado marido e mulher pelo arcebispo de Canterbury, Rowan Williams.
Na saída da abadia, os recém-casados foram recebidos por uma chuva de confetes e uma ovação estrondosa por parte da multidão.
O casal entrou na carruagem real saudando e exibindo sorrisos ao longo de todo o percurso do cortejo nupcial, da histórica Abadia até o Palácio de Buckingham, sede da Coroa britânica.
Milhares de pessoas, que acamparam durante longas horas e, inclusive dias, à espera do casamento ovacionaram e aplaudiram o casal, agitando bandeiras britânicas.
O casal fez o percurso numa carruagem fabricada em 1902, uma joia da frota da Coroa britânica, que foi cedida pela Rainha e que foi a mesma a qual Diana e Charles usaram há 30 anos.
O tempo foi generoso e, apesar de nublado, não choveu, como previam os meteorologistas, permitindo que o passo a passo da cerimônia transcorresse sem maiores inconvenientes.
No Palácio de Buckingham, outra multidão apaixonada recebeu os recém-casados que ainda precisavam protagonizar mais um momento muito esperado do espetáculo.
A nova princesa, ao assomar ao balcão do palácio, não pôde deixar de exclamar um "uau!" ao ver o mar de pessoas aglomeradas diante do palácio.
Ao lado da rainha Elizabeth II, seus pais e irmãos, os príncipes então trocaram um beijo rápido e discreto, que fez a multidão ovacionar com muita empolgação a cena protagonizada no balcão enfeitado nas cores vermelhas e dourada para a ocasião.
O casal trocou um segundo beijo momentos depois.
Antes de deixar o balcão, William e Kate admiraram ou um breve desfile aéreo, encerrando assim a parte pública do casamento.
Os recém-casados em seguida se uniram aos 650 convidados da rainha para uma festa mais íntima, antes de descansarem um pouco para o jantar com cerca de 300 familiares e amigos mais próximos.

Açude Faé em Quixelô está sangrando


Mais um açude está sangrando na Região Centro Sul do Ceará, desta vez o Açude Faé, que está localizado no município de Quixelô ultrapassou o limite da sua capacidade de armazenamento de água e começou a sangrar e lâminas de água passaram na noite de ontem a lavrar a parede do sangradouro. O Açude Faé é o maior de Quixelô e abastece a cidade. Vários curiosos já se encontram no local comemorando mais uma sangria do açude. O mesmo possui a capacidade de 23.400.000 (m3).

Obama visita área atingida por tornados no sul dos EUA

Número de mortos já chega a 313



TUSCALOOSA - O presidente Barack Obama chega nesta sexta-feira ao estado do Alabama, declarado zona de catástrofe devido aos violentos tornados e tempestades que atingiram o sul dos Estados Unidos nos últimos dias e deixaram até o momento 313 mortos.
O presidente deve percorrer as zonas de maior devastação para tomar conhecimento das operações de socorro do que parece ser a pior tragédia natural ocorrida no país desde a passagem do furacão Katrina em 2005.
A Casa Branca afirmou que Obama conversou na quinta-feira com a secretária de Segurança Interna, Janet Napolitano, e com o administrador da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), Craig Fugate, para discutir o desastre no Alabama, Mississippi e de outros estados.
Eles disseram que a FEMA estava apoiando um "esforço de resposta robusta" feito pelas autoridades do Alabama e Obama pediu aos dois funcionários que sejam "agressivos e abrangentes" em seus esforços.

Censo 2010 aponta envelhecimento da população brasileira



O Brasil tem 190.755.799 habitantes, revelam os primeiros resultados definitivos do Censo 2010, divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE. Os dados mostram ainda um país com estrutura etária mais envelhecida, com mais pessoas se declarando pretas e pardas --os dois grupos chegaram a 43,1% e 7,6% da população, respectivamente-- e proporcionalmente com um contingente maior de mulheres. Para cada grupo de 100 mulheres, existem apenas 96 homens --excedente de 3.941.819 mulheres.

Segundo os dados do Censo 2010, todas as faixas etárias até 25 anos têm peso menor na população do que em 2000, ao passo que os demais grupos ampliaram sua participação. Na base da pirâmide, a representatividade do grupo de 0 a 4 anos no total da população caiu de 4,9% (meninos) e 4,7% (meninas) em 2000 para 3,7% e 3,6% em 2010. Simultaneamente, a participação da faixa com mais de 65 anos avançou de 5,9% em 2000 para 7,4% em 2010.

O envelhecimento é reflexo do mais baixo crescimento populacional --aliado a menores taxas de natalidade e fecundidade, indicadores ainda não divulgados nessa etapa de apresentação de dados do Censo 2010.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

JPII: o Papa que aprendeu a chamar Nossa Senhora de mãe e amiga



Com nove anos, Karol começou a se preparar para a Primeira Comunhão. Ele ia à Missa às 6h da manhã. Depois se prostrava em frente à Virgem Maria e rezava. Foi sobretudo com sua mãe que aprendeu a ter uma devoção materna à Nossa Senhora. A mãe o consagrou aos cuidados da Virgem de Czestochowa, padroeira de todos os poloneses. O pequeno Karol aprendeu não somente a rezar Ave-Maria, mas também a chamar Nossa Senhora de mãe e amiga.

Desde então, a Virgem Maria tornou-se um referencial de vida e devoção para ele. À noite, antes de dormir, sua mãe ficava ao pé da sua cama para lhe falar sobre o amor a Deus e a devoção à Virgem Maria. Mais tarde, ele mesmo vai lembrar como essas noites abençoadas e extremamente importantes para o seu crescimento na fé e para o seu amor autêntico a Deus
. 
Estes trechos do livro “João Paulo II, uma vida de santidade”, de padre Roger Araújo, da Comunidade Canção Nova (Ed. Canção Nova, 2011), revela a história do menino, KarolWojtyla, que aprendeu em casa, com sua mãe, a ter devoção pela Virgem Maria, o que culminou em sua missão como Papa.

Acesse
.: Página especial da beatificação de JPII
Em diversos momentos de sua vida, sobretudo durante o pontificado, João Paulo II não deixou de ressaltar o seu amor pela Mãe de Jesus, assumindo, inclusive, em seu brasão episcopal o lema Totus tuus, inspirado na doutrina de São Luís Maria Grignion de Montfort sobre Nossa Senhora.
Sobre a doutrina do santo, João Paulo II escreveu uma carta às famílias monfortinas, na qual cita o “Tratado sobre a verdadeira devoção à Virgem Santíssima”, de autoria de São Luís e a influência deste na sua vida e devoção por Maria. “Eu próprio, nos anos da minha juventude, tirei grandes benefícios da leitura deste livro, no qual 'encontrei a resposta às minhas perplexidades' devidas ao receio que o culto a Maria, 'dilatando-se excessivamente, acabasse por comprometer a supremacia do culto devido a Cristo'", declarou o Santo Padre. 
João Paulo II relata ainda, em seu discurso no VIII Colóquio Internacional de Mariologia (13 de outubro de 2000), que São Luís Maria Grignion de Montfort constitui para ele uma significativa figura de referência. Nos anos em que foi seminarista clandestino, ele trabalhava na fábrica Solvay de Cracóvia, na Polônia, e seu diretor espiritual o orientou a ler o Tratado.
“Li e reli muitas vezes e, com grande proveito espiritual, este precioso livrinho ascético de capa azul que se tinha manchado de soda. Ao situar a Mãe de Cristo em relação ao mistério trinitário, Montfort ajudou-me a entender que a Virgem pertence ao plano da salvação por vontade do Pai, como Mãe do Verbo encarnado, por ela concebido por obra do Espírito Santo”, conta. O Papa polonês explica que não poderia excluir de sua vida a “Mãe do Senhor”, pois ainda assim continuaria imerso na vontade de Deus-Trindade, que realizou a história da salvação com a colaboração “responsável e fiel” da Virgem Maria.
Segundo o Prefeito Emérito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Cardeal Jozef Tomko, o Totus tuusmostra como João Paulo II era ligado à Virgem Maria, numa total oferta espiritual. “Este homem se doava em tudo, tudo”, destaca o cardeal. 
“O Rosário é a minha oração predileta”
Esta foi a “confidência” de João Paulo II, no dia 28 de outubro de 1978, ao enfatizar que a oração do Rosário é “maravilhosa na simplicidade e na profundidade”.
De acordo com ele, o Rosário marca o ritmo da vida humana, no qual se percebe a presença da Mãe de Deus no mistério de Cristo e da Igreja e no qual o “coração [do cristão] pode incluir nas dezenas do Rosário todos os fatos que formam a vida do indivíduo, da família, da nação, da Igreja e da humanidade. Acontecimentos pessoais e do próximo, e de modo particular daqueles que nos são mais familiares e que mais estimamos”.
O próprio João Paulo II relata também, na Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, que, desde de sua juventude, a oração do Rosário sempre o acompanhou, seja nos momentos de alegria e ou de provações. “A ele confiei tantas preocupações; nele encontrei sempre conforto”, afirma.

Mensagem de Reflexão de Madre Teresa de Calcutá


Nesta canalização, ela conta como a fé e o amor são capazes de curar as mais profundas feridas, mesmo as que são consideradas irrecuperáveis.
Meus amados irmãos, venho, neste momento, trazer-lhes uma palavra de Fé e de Amor. Este sentimento que faz com que nos tornemos fortes perante acontecimentos e desastres inevitáveis. O Amor transforma a mãe-fera mansa em um ser que protege a sua prole com força e garra. O Amor faz com que tenhamos forças extraordinárias para levar a nossa missão à frente. Muitas vezes, perguntavam-me onde eu buscava forças, com um corpo tão franzino e com o pouco alimento porque eram muitos a partilhar; como conseguia ter força para continuar, dia após dia, noite após noite. Não poderia permanecer indiferente aqueles seres largados nas ruas e nas calçadas como se fossem trouxas humanas, abertos de feridas e pústulas sanguinolentas. Não caberia dentro de mim, que muitas vezes arrastei nas costas aqueles molambos humanos que apenas precisavam de abrigo, algum alimento e o bem maior de todos para suas feridas que é o Amor, deixá-los. Alimentados com o nosso Amor e o de todos aqueles que estavam trabalhando conosco, víamos florescer novamente a vida perante nossos olhos.
Inúmeras foram as vezes e tantos foram os milagres que é impossível relatar todos os acontecimentos nos quais estivemos orando, participando, curando, sempre com a ajuda do Senhor Jesus. Perguntavam como é possível que, dentro de uma casa, possa funcionar um leprosário - e você, estando tão próximo aos doentes, nunca jamais ter adquirido a própria doença. Sabia Jesus que eu não poderia me dar ao luxo de adoecer. Aquele rebanho precisava de Ajuda, de Cura, de Amor. Muitíssimas vezes, durante a noite, enquanto velava um paciente que estava muito mal, vi flocos de rosas brancas, pétalas perfumosas e olorosas descerem sobre aqueles corpos encarquilhados, mutilados, às vezes até semi-podres, e, no dia seguinte, as feridas todas se apresentavam depuradas, limpas e até fechadas. Muitas eram as vezes em que nós não possuíamos nem gaze para enrolar os membros que se desfaziam aos pedaços e, mesmo assim, a Espiritualidade generosa nunca deixou de nos amparar, trazendo esse benefício durante as noites - e, pela manhã, todos estavam muito melhores e muito mais reconfortados.
Posso dizer apenas, queridos e amados amigos, que parti com pena porque sabia que era ainda necessária, mas a Espiritualidade Maior me chamou para o seu seio porque, dizia ela, estava finda a minha missão. A mim, como soldado da Espiritualidade, não cabia a contra-argumentação; apenas lastimava deixar meus pobres doentinhos. Sabia também que deveria abrir espaço para que a nossa obra transcendesse a nossa pessoa e continuasse ajudando indefinidamente a todos aqueles que, nas ruas de Calcutá, sofriam em silêncio, porque nem mais vozes possuíam para reclamar ou chorar ou sequer implorar.
Peço hoje, que me escolheram para trazer-lhes esta mensagem, que rezem um Pai-Nosso por todos aqueles doentes, principalmente os leprosos que foram nosso alvo maior de socorro. Oro e trabalho todos os dias na Irmandade da Luz, pedindo que o planeta Terra se veja livre de tal estigma. Estigma tão doloroso e não mais necessário. Acredito que possa a Espiritualidade Maior, dentro em breve, erradicar completamente os focos de pobreza e miséria humanas, livrando todos aqueles que por ventura pudessem vir a desenvolver tal padrão de vibração, dando abrigo a uma doença tão dolorosa que não corrói somente o corpo físico mas, também, acaba por corroer a alma ao corroer as Esperanças e a Fé.
Nunca, em tempo algum, eu perdi a Fé de que poderia, contra tudo e contra todos, arrumar um caminho, por pequeno que fosse, para auxiliar aqueles que chegavam às minhas mãos. Que cada um de vocês possa ser um semeador também dessa Esperança trazida pela Fé que movimenta montanhas e que sempre nos impulsionou na nossa obra - não só na Índia mas, posteriormente, através do mundo. Que as pétalas de rosas trazidas por Jesus possam estar descendo sobre suas cabeças e seus corações neste momento; que se sintam abrandados e solidários com todos aqueles que sofrem ainda neste mundo de Deus.

Conheça o cenário do casamento de William e Kate

Além do tradicional glamour do Palácio de Buckingham, recepção será contemplada por obras de grandes artistas. 


O Palácio de Buckingham, na Inglaterra, que já recebeu inúmeros chefes de Estados será placo de um dos mais importantes casamentos do século XXI. A festa, que será realizada na próxima sexta-feira, 29 de abril, celebrará a união do príncipe Williamcom Kate Middleton.

Ainda que o ambiente tenha aproximadamente 129 anos de vida não perde o charme principalmente por causa de suas paredes de seda na cor damasco vermelho. O local é decorado também com os retratos históricos dos monarcas ingleses. Mas outros 18 cômodos, além do salão principal, serão abertos especialmente para os convidados do casamento.

O foco principal da festa será a galeria de imagens preparada exclusivamente para decorar o salão em que o tradicional bolo de várias camadas estará. Obras de mestres antigos - Canaletto, Rembrandt e Rubens - foram retiradas das câmaras da Coleção Real em homenagem ao casal.

Os convidados também poderão apreciar delicados lustres de cristal pendurados no teto da sala ornamental. Já na sala de música o destaque é o piano marfim.

Na Igreja

No casamento religioso os convidados da noiva e do noivo serão mesclados. A rainha, o duque de Edimburgo, o príncipe de Gales, a duquesa de Cornualha e o príncipe Harry serão acomodados na primeira fila (lado direito do altar). Já os pais da noiva, Carole e Michael, e seus irmãos Pippa e James irão ocupar a primeira fila do outro lado do altar (à esquerda).

A família real britânica vai se sentar ao lado dos outros membros de outras casas reais no lado direito do templo, em frente do altar. Dignitários estrangeiros e representantes diplomáticos sentarão no lado direito da família real, acompanhada por amigos próximos da família da noiva. O outro extremo, à esquerda dos pais e irmãos de Catarina, será ocupado por amigos comuns do casal. No espaço G estarão o primeiro-ministro, David Cameron, e sua mulher, e vice-ministro, Nick Clegg, e sua esposa. Área F, mais amigos do casal e alguns representantes da Igreja da Inglaterra. Na zona H, além de representantes da Igreja da Inglaterra, as pessoas convidadas pelo príncipe de Gales.

Brasil deve pôr a casa em ordem se aspira a Conselho da ONU, diz Anistia

Para secretário-geral da entidade, pobreza está na raiz das violações de direitos humanos. 'Basta ir a uma favela para entender'


O secretário-geral da Anistia Internacional, o indiano Salil Shetty, afirmou em entrevista ao iGque o País precisa estar pronto a “pôr sua própria casa em ordem” no que diz respeito a direitos humanos, se quiser ter assento permanente no Conselho de Segurança. “A pressão aumenta. Quem tem teto de vidro não deve atirar pedras.”
Na opinião do secretário-geral da entidade, que já foi responsável pelo acompanhamento das metas do Milênio da ONU, o Brasil desempenha um papel importante na região e no mundo e, por isso, a Anistia deve inaugurar em 2011 – ano de seu 50º aniversário – um escritório em São Paulo, depois de dez anos sem presença física no País.
A Anistia Internacional, uma das principais organizações de direitos humanos do mundo, pretende expandir a atuação no Brasil e nos países em desenvolvimento do sul. Quer fortalecer a ação da Anistia no “Sul-Global”, que inclui países em desenvolvimento, como Brasil e Índia, sua terra-natal, por exemplo.
Shetty elogia o Bolsa Família e a redução das desigualdades, mas afirma que o Brasil patina para transformar em realidade as leis e sofre com a violência policial e com um precário sistema prisional – áreas em que defende uma profunda reforma e treinamento. Ele defende a criação da Comissão da Verdade, embora a considere ainda um pouco “vaga” e a abertura dos arquivos da ditadura. “As feridas estão muito abertas, escancaradas.”
Para ele, porém, brasileiros pobres e árabes que protestam por democracia mostram que direitos humanos são “interdependentes e indivisíveis”. Em comum, o fato de não terem voz.
“As questões estão interligadas: as pessoas nas favelas não têm direitos sociais e econômicos básicos. E falamos sobre isso como se fosse algo em outro lugar: mas está acontecendo bem aqui! A pobreza está na raiz de muitos desses problemas. Na prática, basta ir a uma favela para entender o que isso significa.”

Número de vítimas de tempestade e tornado nos EUA já ultrapassa 170


O número de mortes causadas pelas violentas tempestades e tornados que atingiram boa parte do território dos EUA na última quarta-feira já contabiliza mais de 170 vítimas fatais. O balanço foi divulgado por autoridades norte-americanas na manhã desta quinta-feira. 

Só o estado do Alabama tem 128 pessoas que foram mortas pelo desastre natural, sendo este a região mais afetado, tendo seus danos espalhados por uma área muito grande. Mortos também foram registrados em Mississippi, cerca de 32, na Geórgia com 11, e Tenessee e Virgínia com uma vítima cada. Entretanto, de acordo com as autoridades esses números de vítimas pode vir a crescer. 

Os estados do Alabama, Arkansas, Kentucky, Mississippi, Missouri, Tennessee e Oklahoma já declararam estado de emergência. Nesses locais, a Guarda Nacional foi convocada para ajudar nos resgate e na limpeza das cidades. 

Dentre os 50 estados norte-americanos, 21 foram afetados diretamente pelos temporais. O presidente Barack Obama deu ordens para que o governo "aja rapidamente" no Alabama. 

Segunda as imagens da televisão americana as equipes de resgate enfrentaram forte correnteza para efetuar o salvamento das pessoas bloqueadas pelas águas. O National Weather Service, que oferece serviços meteorógico no país, já anunciou que uma breve calmaria para esta quinta-feira e sexta-feira, porém no próximo sábado há uma nova tempestade chegando na região.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Bento XVI faz nova nomeação para o Brasil


O Papa Bento XVI nomeou nesta quarta-feira, 27, Dom Dario Campos, OFM, de 62 anos, como novo bispo da vacante diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES). O bispo foi transferido da diocese de Leopoldina (MG) onde estava desde junho de 2004.

Dom Dario Campos é natural de Castelo (ES). Nasceu em 9 de junho de 1948 e fez sua profissão religiosa em 10 de janeiro de 1975. A ordenação presbiteral ocorreu em dezembro de 1977 e a episcopal em 26 de setembro de 2000, quando foi designado para assumir a diocese de Leopoldina.

O novo bispo de Cachoeiro de Itapemirim estudou filosofia e teologia no Instituto Filosófico-Teológico Franciscano de Petrópolis (RJ) e se especializou em filosofia e pedagogia na Faculdade Dom Bosco de São João del-Rei (MG).

Como bispo, Dom Dario já foi coadjutor de Araçuaí (MG) (2000 – 2001); e titular entre (2001 – 2004). Foi membro do Conselho Episcopal de Pastoral do Regional Leste 2 (Espírito Santo e Minas Gerais); responsável pelo Setor Vocações e Ministérios (2002 – 2006); e responsável pelos padres do Regional Leste 2 e Serviço de Animação Vocacional entre 2006 e 2010. Seu lema episcopal é “Nas tuas Mãos”.

Dom Dario sucede Dom Célio de Oliveira Goulart, 66, que desde 17 de julho de 2010 é bispo diocesano de São João del-Rei (MG). Dom Célio foi bispo de Cachoeiro de Itapemirim entre julho de 2003 e maio de 2010. Após sua transferência assumiu a administração diocesana de Cachoeiro o padre Antônio Tatagiba Vimercat. A decisão foi tomada pelo Colégio de Consultores Diocesano que, após cinco dias da transferência elegeu o administrador.


Mensagem de Reflexão - Deus e Você


Só Deus pode criar 
Mas você pode valorizar o que Ele criou 
Só Deus pode dar a fé 
Mas você pode dar o seu testemunho 
Só Deus pode dar o amor 
Mas você pode ensinar amar 
Só Deus pode dar a alegria 
Mas você pode sorrir à todos 
Só Deus pode dar a força 
Mas você pode apoiar à quem desanimou 
Só Deus é a luz 
Mas você pode fazê-la brilhar aos olhos dos seus irmãos.
Só Deus é o caminho 
Mas você pode indicá-lo aos outros 
Só Deus é a vida 
Mas você pode restituir aos outros o desejo de viver 
Só Deus pode fazer milagres 
Mas você pode ser aquele que trouxe os cinco pães e os dois peixes 
Só Deus pode fazer o que parece impossível... 
Mas você pode fazer o possível 
Só Deus se basta à si mesmo, Mas ele preferiu contar com você.
DEUS te abençoe....

Açude Orós sangra desde a madrugada desta quarta-feira

O açude foi inaugurado em 1961 e permaneceu como o maior do Ceará até 2003


Com capacidade de 2,1 bilhões de metros cúbicos de água, o açude Orós sangra desde a madrugada desta quarta-feira (27). Segundo os técnicos da área, o açude começou a sangrar a partir das 4h39min e a população comemorou com queima de fogos.

Localizado no leito do rio Jaguaribe, na região Centro-Sul do Estado, o açude foi inaugurado em 1961 e permaneceu como o maior do Ceará até 2003, quando da construção do Castanhão.

39 açudes sangrando 

De acordo com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), 17 açudes cearenses estão com volume acima de 90% na manhã desta quarta-feira. O açude Cupim, no município de Independência, está com 99,67% de seu volume máximo.

O açude Prazeres, no município de Barro, está com 99,66% de sua capacidade total. Segundo a Cogerh, 39 açudes estão sangrando no Estado.

Curiosidades e regras do casamento real

Desde a roupa aos telemóveis, a casa real inglesa impõe algumas regras a quem foi convidado para o casamento do príncipe William. Conheça aqui algumas.



As mulheres não deverão vestir vestidos curtos. O serviço de bar será controlado para que não haja exageros com o consumo de álcool. Partilhar fotos do Facebook está proibido. Aqui ficam algumas das regras impostas aos convidados do casamento real do príncipe William com Kate Middleton, esta sexta-feira, em Londres.
Chegada
- Os convidados devem chegar o mais tardar 20 minutos antes da cerimónia. Depois disso, apenas a Rainha Isabel II é que poderá entrar na Abadia de Westminster, minutos antes da noiva.
Vestuário
- Os homens deverão vestir farda (caso sejam das forças armadas), fraque ou fato escuro. As senhoras não deverão usar vestidos brancos, curtos ou demasiado transparentes. O uso de chapéu é aconselhado.
Saudações
- É proibido tocar na rainha Isabel II, exceto na mão, para a cumprimentar. Regra que se aplica a toda a família real, de quem deverá partir a iniciativa de cumprimentar ou não os convidados.
Copo de água
- Durante o copo de água os casais devem permanecer juntos. Quando sentados, os convidados devem manter os cotovelos junto ao corpo para não incomodar os convidados do lado.
- O serviço de bar será controlado para que se evitem excessos de álcool e situação desagradáveis.
Aparelhos eletrónicos
- Os convidados não podem utilizar telemóveis e similares aparelhos. Fazer ou atender chamadas está proibido, assim como enviar mensagens, tirar fotografias, filmar e, obviamente, partilhar informação nas redes sociais.
Divulgação oficial
- Além da televisão, a Internet será um dos principais meios de difusão do casamento, que poderá ser seguido em direto no YouTube e no Twitter. O site oficial é o www.officialroyalwedding2011.org

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