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ATENÇÃO AMIGO INTERNALTA O NOSSO SITE ESTÁ EM MANUTENÇÃO E MUITO EM BREVE ESTAREMOS NORMALIZANDO.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Notícias Católicas

Educar os filhos com autoridade e não autoritarismo: saiba mais

Educar os filhos com autoridade, e não autoritarismo, é um dos principais desafios diante dos quais os pais se deparam no processo de formação dos pequenos.
Ter autoridade implica desfrutar de alguma forma de comando ou poder sobre outras pessoas, característica de alguém que exerce o direito de se fazer obedecer. Já o autoritarismo diz respeito ao exagero, ao uso desproporcional de força, ao fim do diálogo, à intimidação ou mesmo humilhação, a todo um sistema ou ideologia totalitária.
Crianças formadas de maneira sadia precisam de pais que se filiem à primeira opção e saibam exercer de modo correto a autoridade que lhes é própria, em função dos seus papéis dentro de casa.
"No ambiente doméstico, a autoridade está relacionada ao respeito e consideração aos pais por parte de seus filhos, ligada aos laços sanguíneos, ao fato de que os pais, além de progenitores, se responsabilizam durante toda a infância e adolescência pela formação, valores, educação e preparação para o contato com o mundo externo, além dos sentimentos fortes que os unem", esclarece o doutor em Educação pela PUC-SP, João Luís Machado. 
Por sua vez, a psicóloga e coordenadora do setor de Clínica e Pesquisa do Departamento de Psicanálise da Criança do Instituto Sedes Sapientae, Adela Stoppel de Gueller, lembra que a pessoa investida de autoridade "se ocupa de fazer cumprir aqueles valores morais nos quais acredita, que lhe foram transmitidos por seus antecessores e que no presente toma como próprios. Para a criança, os pais são as primeiras figuras de autoridade e, durante muito tempo, as mais importantes. Ao longo da primeira infância, os pais vão transferindo esse direito para avós, professores, médicos, etc. A criança começa a ir à escola quando está pronta para reconhecer nos educadores figuras de autoridade, além das de seus pais".

Reflexos

Nas famílias em que prevalece o diálogo e a autoridade é percebida de forma natural, as crianças aprenderão a utilizar em suas outras relações, fora do âmbito familiar, as ferramentas da compreensão e do entendimento. "Nesse sentido, reitero a necessidade de que a argumentação deve ser sempre bem feita, clara e evidenciar a situação, os motivos da conversa, as questões em pauta, os problemas discutidos e as alternativas de solução", opina João Luís.
Sustentar a autoridade implica um compromisso ético e de muita responsabilidade acerca das ações dos adultos.
"Ter autoridade com os filhos decorre da seriedade que os pais têm consigo e entre si mesmos. Quando os pais sustentam a autoridade, estão transmitindo aos filhos o valor da responsabilidade e do compromisso, e é isso que permitirá que, um dia, seus filhos possam exercer o lugar de pais. Isso quer dizer que a autoridade está estreitamente ligada à transmissão de uma geração a outra e, por isso, é o canal por onde se transmitem os valores  do passado para o futuro. A autoridade apazigua as crianças porque transmite firmeza e segurança. Permite um questionamento que induz à reflexão, ou seja, induz a criança a pensar  sobre a ordem das coisas", explica Adela.
Por outro lado, famílias que são local de embates frequentes tendem a criar pessoas igualmente agressivas, repressoras e autoritárias em outros espaços e situações.
"Esta tônica infeliz, de agressões e autoritarismo, poderá, inclusive, levar à deterioração dos laços familiares e ao afastamento dos membros da família", diz o doutor João Luís. "O autoritarismo está  mais preocupado com o tempo presente, com o controlar uma situação atual. Por isso, exige que os pais tomem medidas como castigos ou punições que tem valor nesse momento, mas muitas vezes não têm efeito duradouro e, por isso, exigem ser repetidas. Pode ter como consequência uma submissão passiva ou uma rebeldia recorrente", esclarece a doutora Adela.

Alegria de viver nasce ao se questionar sobre própria existência

Antes de encerrar sua visita à Diocese de San Marino-Montefeltro, na costa leste da Itália, cerca de 300km de Roma, o Papa Bento XVI encontrou-se, neste domingo, 19, com os jovens do local e refletiu sobre a importância das "perguntas" sobre a existência humana, na era da tecnologia. 
“Mesmo na era do progresso científico e tecnológico, o homem permanece um ser aberto à verdade integral da sua existência, que não se detém nas coisas materiais, mas se abre a um horizonte muito mais vasto”, disse.
Ao recordar “as grandes interrogações” que cada um traz dentro de si, o Papa destacou que estas são “o mais elevado sinal da transcendência do ser humano” de não ficar “na superfície das coisas”.

“Não se detenham nas respostas parciais, imediatas - sem dúvida as mais fáceis e cômodas -, que podem lhes oferecer momentos de felicidade, exaltação e embriaguez, mas que não levam à verdadeira alegria de viver, aquela que nasce para quem não constrói sobre a areia, mas sobre a rocha sólida”, afirmou Bento XVI.
Ele pediu aos jovens que aprendam a refletir, a “ler” em profundidade as suas próprias experiências humanas, na certeza de que terão a alegria de descobrir que “o coração é uma janela aberta sobre o infinito”.
“Não se trata de modo algum de desprezar o uso da razão ou de rejeitar o progresso científico, bem pelo contrário. Trata-se, isso sim, de compreender que cada um de nós não é feito apenas de uma dimensão horizontal, mas compreende também a dimensão vertical", ressaltou. 
O Papa deixou ainda uma palavra de encorajamento à comunidade de São Marino em relação à crise econômica:
“Ela coloca todo o tecido social diante da imperiosa exigência de enfrentar os problemas com coragem e sentido de responsabilidade, com generosidade e dedicação, fazendo referência ao amor pela liberdade que distingue o vosso povo”, assinalou.
Após o encontro, Bento XVI partiu rumo ao Vaticano de helicóptero.
A República de San Marino, com 61km2, é o terceiro menor Estado da Europa, atrás do Vaticano e do Principado de Mônaco. Constituída em 8 de outubro de 1600, é a mais velha das repúblicas europeias. Encravada entre as regiões italianas de Emilia Romanha e Marcas, ela conta com 30 mil habitantes.

Bento XVI pede que autoridades acolham os refugiados

Depois da Celebração Eucarística no Estádio de Serravalle, em San Marini, na manhã deste domingo, 19, o Papa Bento XVI fez a oração do Angelus na qual recordou que nesta segunda-feira, 20, é  Jornada Mundial dos Refugiados. 
Neste ano, se celebra o 60º aniversário da adoção da Convenção Internacional que protege todos os perseguidos e obrigados a fugir dos próprios países. 
“Convido todas as autoridades civis e cada pessoa de boa vontade a garantir acolhimento e dar condições de vida aos refugiados, na esperança de poderem voltar para suas pátrias livremente e em segurança”, pediu o Papa.
Na oração do Angelus, o Santo Padre confiou também a Virgem Maria, de modo especial, toda as pessoas com sofrimentos no corpo e no espírito.
O Pontífice recordou também que neste domingo, em  Dax, na França, é proclamada beata a Irmã Marguerite Rutan, Filha da Caridade, que na segunda metade do século X trabalhou com grande empenho no hospital de Dax, mas nas trágicas perseguições seguidas a Revolução, foi condenada a morte por causa de sua fé católica e por causa de sua fé pela Igreja.
“Participo espiritualmente da alegria Filhas da Caridade e de todos os fiéis que, em Dax, participam presentemente à beatificação de Irmã Margaret Rutan, testemunha luminosa do amor de Cristo pelos pobres”, disse o Papa me frances. 
Ao fim da Santa Missa, o Papa dirigiu-se a Casa San Giuseppe, em Valdragone, para almoçar  com autoridades. Lá ele será recebido  pelo ministro General da Ordem dos Frades Franciscanos Menores, Frei José Rodríguez Carballo, pelo Conselheiro General, Frei Vincenzo Brocanelli, pelo Ministro da Província, Frei Ferdinando Campana e  alguns frades do Santuário.
Às 16h (horário local), Bento XVI deixará a Casa San Giuseppe e saudará os organizadores diocesanos da visita e os membros da Fundação Internacional "João Paulo II" e irá de carro para a Praça da Liberdade para a visita oficial à República de San Marino.

Mensagem: Pai Nosso Meditado

CRISTÃO: Pai nosso que estais no céu...
DEUS: Sim? Estou aqui.

CRISTÃO: Por favor, não me interrompa, estou rezando!
DEUS: Mas você me chamou!

CRISTÃO: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando. Pai nosso que estais no céu...
DEUS: Aí, você chamou de novo.

CRISTÃO: Fiz o que?
DEUS: Me chamou. Você disse: Pai nosso que estais no céu. Estou aqui. Como é que Posso ajudá-lo?

CRISTÃO: Mas eu não quis dizer isso. É que estou rezando. Rezo o Pai Nosso todos os dias, me sinto bem rezando assim. É como se fosse um dever. E não me sinto bem até cumpri-lo...
DEUS: Mas como podes dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos são seus irmãos, como podes dizer que estais no céu, se você não sabe que o céu é a paz, que o céu é amor a todos?

CRISTÃO: É, realmente ainda não havia pensado nisso.
DEUS: Mas, prossiga sua oração.

CRISTÃO: Santificado seja o Vosso nome...
DEUS: Espere aí! O que você quer dizer com isso?

CRISTÃO: Quero dizer... quer dizer, é... sei lá o que significa. Como é que vou saber? Faz parte da oração, só isso!
DEUS: Santificado significa digno de respeito, Santo, Sagrado.

CRISTÃO: Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra
SANTIFICADO ... "Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu..."
DEUS: Está falando sério?

CRISTÃO: Claro! Porque não?
DEUS: E o que você faz para que isso aconteça?

CRISTÃO: O que faço? Nada! É que faz parte da oração, além disso seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontecesse no céu e na terra também.
DEUS: Tenho controle sobre você?

CRISTÃO: Bem, eu frequento a igreja!
DEUS: Não foi isso que Eu perguntei. Que tal o jeito que você trata os seus irmãos, a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você dá à televisão, as propagandas que você corre atrás, e o pouco tempo que você dedica à Mim?

CRISTÃO: Por favor. Pare de criticar!
DEUS: Desculpe. Pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que rezam, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade.

CRISTÃO: Está certo, tens razão. Acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol, se manda o sol reclamo do calor, se manda frio, continuo reclamando, se estou doente peço saúde, não cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito...
DEUS: Óptimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos Eu e você, mas olha, vamos ter vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova atitude sua.

CRISTÃO: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração esta demorando muito mais do que costuma ser. Vou continuar: "o pão nosso de cada dia nos daí hoje..."
DEUS: Pare aí! Você está me pedindo pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão, lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que me veja como um Pai amoroso! Eu estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue!

CRISTÃO: "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido"
DEUS: E o seu irmão desprezado?

CRISTÃO: Está vendo? Olhe Senhor, ele já criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.
DEUS: Mas, e sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou, e eu estou aqui, quero que saias daqui transfigurado, estou gostando de você ser honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha?

CRISTÃO: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!
DEUS: Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não é tão doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.

CRISTÃO: Pode? Mas como?
DEUS: Perdoe seu irmão, Eu perdoarei você e te aliviarei

CRISTÃO: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.
DEUS: Então não me peças perdão também!

CRISTÃO: Mais uma vez está certo! Mais do que quero vingar-me, quero a paz com o Senhor. Esta bem, esta bem; eu perdoo a todos, mas ajude-me Senhor. Mostre-me o caminho certo para mim e meus inimigos.
DEUS: Isto que você pede é maravilhoso, estou muito feliz com você. E você como está se sentindo?

CRISTÃO: Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade, nunca havia me sentido assim! É tão bom falar com Deus.
DEUS: Ainda não terminamos a oração. Prossiga...

CRISTÃO: "E não deixeis cair em tentações, mas livrai-nos do mal..."
DEUS: Óptimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado.

CRISTÃO: O que quer dizer com isso?
DEUS: Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade, o ódio. Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado. Não use tudo isso como saída de emergência!

CRISTÃO: Não estou entendendo!
DEUS: Claro que entende! Você já fez isso comigo várias vezes. Entra no erro, depois corre me pedir socorro.

CRISTÃO: Puxa, como estou envergonhado!
DEUS: Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar de novo, para mais uma vez vir fazer negócios comigo!

CRISTÃO: Estou com muita vergonha, perdoe-me Senhor!
DEUS: Claro que perdoo! Sempre perdoo a quem está disposto a perdoar também, mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, medite cada palavra que fala! Termine sua oração.

CRISTÃO: Terminar? Há, sim, "Amém!"
DEUS: O que quer dizer amém?

CRISTÃO: Não sei. É o final da oração.

DEUS: Você só deve dizer amém quando aceita dizer tudo o que eu quero, quando concorda com minha vontade, quando segue os meus mandamentos, porque AMÉM! Quer dizer: assim seja, concordo com tudo que orei.

CRISTÃO: Senhor, obrigado por ensinar-me esta oração e agora obrigado por fazer-me entendê-la.

DEUS: Eu amo cada um dos meus filhos, amo mais ainda aqueles que querem sair do erro, quer ser livre do pecado. Abençoo-te e fica com minha paz!

CRISTÃO: Obrigado, Senhor! Estou muito feliz em saber que és meu amigo.

Notícias do Brasil e do Mundo

Habilitação de piloto de helicóptero que caiu na Bahia estava vencida

A habilitação do empresário que pilotava o helicóptero que caiu nesta sexta-feira, na região de Trancoso, Bahia, estaria vencida. No site da Anac, as habilitações de Marcelo Mattoso Almeida estavam vencidas desde 2006. 
De acordo com o site "G1", o empresário teria usado a matrícula de outro piloto para ter sua decolagem liberada no aeroporto de Porto Seguro. 
Segundo reportagem do "Fantástico" deste domingo, uma fonte da Aeronáutica disse que o empresário teria ligado por telefone para a torre de controle de Porto Seguro e usado a matrícula de Felipe Calvino Gomes, de 30 anos, que mora no Rio de Janeiro e está com a habilitação em dia.
A Anac informou que só vai se manifestar depois do relatório parcial, que tem 30 dias para concluir, e será feito peloo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que está no comando das investigações.
Equipes localizam corpo na região da queda de helicóptero na Bahia

Perito do IML diz que família fez reconhecimento da jovem Mariana Noleto.
Duas pessoas seguem desaparecidas desde sexta-feira (17).


Equipes que patrulhavam a região do acidente com um helicóptero na praia de Itapororoca, em Trancoso, sul da Bahia, localizaram o corpo de uma mulher pouco antes da meia-noite deste domingo (19). De acordo com funcionário do IML de Porto Seguro, familiares teriam reconhecido o corpo como sendo o da jovem Mariana Noleto, namorada do filho do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

O acidente com o helicóptero ocorreu na noite de sexta-feira (17). A aeronave levava sete pessoas que tinham deixado o Rio para passar o fim de semana no resort do empresário Marcelo Mattoso Almeida, que estava pilotando o helicóptero. Duas pessoas seguem desaparecidas.

De acordo com o vice-almirante Carlos Autran de Oliveira Amaral, comandante do 2° Distrito Naval, a guarda noturna localizou o corpo boiando no mar e o encaminhou para o Departamento de Perícia do Instituto Médico Legal (IML) de Porto Seguro. A Marinha mantém na área os navios Patrulha Gravataí e Varredor Albardão, que prestam auxílio nas buscas na região.

O perito do IML Antônio Manoel informou ao G1, por telefone, que o corpo da jovem estava conservado e que a família fez o reconhecimento por volta das 2h desta segunda-feira (20).

Buscas retomadas
Mergulhadores da Marinha e do Corpo de Bombeiros reiniciaram, por volta das 5h40 desta segunda, as buscas por duas pessoas que seguem desaparecidas.

Nesta manhã, segundo a Capitania dos Portos, as buscas se concentram dentro da cabine do helicóptero, localizada no domingo. A possibilidade de remoção da aeronave ainda está sendo avaliada pela Marinha. O helicóptero encontra-se a 250 metros da costa e a uma profundidade de cerca de 10 metros.

A cabine do helicóptero, ainda segundo a Marinha, está bastante danificada. Por esse motivo, associado à baixa visibilidade da água, não foi possível verificar a presença de vítimas no interior da aeronave no domingo.

Continuam desaparecidos Jordana Kfuri Cavendish e o empresário Marcelo Mattoso Almeida, que estava pilotando a aeronave. Sete pessoas estavam a bordo do helicóptero e quatro corpos já foram enterrados.

Vítimas reconhecidas
Antes do corpo localizado no fim da noite de domingo, tinham sido resgatados os corpos do filho de Jordana, Luca, da irmã dela, Fernanda Kfuri, de 35 anos, do sobrinho, Gabriel Kfuri Gouveia, de 2 anos, e da babá das crianças, Norma Assunção, de 49 anos. 

Os corpos de Fernanda, que é ex-mulher do vocalista Bruno Gouveia, e do filho deles, Gabriel, foram enterrados no domingo (19) no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro

Fukushima abre portas da unidade 2 para reduzir umidade


Tóquio, 20 jun (EFE).- A proprietária da usina nuclear de Fukushima Daiichi, Tepco, completou nesta madrugada de segunda-feira a abertura das portas do prédio que abriga o reator 2 com o objetivo de reduzir a umidade nessa unidade, informou a emissora 'NHK'.
A operação começou no fim da noite de domingo e se prolongou durante mais de oito horas para evitar o movimento do pó radioativo, apesar da Tepco utilizar há mais de uma semana um filtro para reduzir a poluição.
O objetivo da abertura é reduzir a umidade de 99% do edifício para permitir que os técnicos possam entrar em seu interior, calibrar os níveis de radiação e ajustar equipamentos de medição.
Tepco também planeja injetar nitrogênio nessa unidade para evitar uma explosão como a que danificou os reatores 1 e 3 após serem atingidos pelo terremoto e o devastador tsunami em 11 de março.
Um representante da empresa indicou à 'NHK' que a abertura das portas, que implicou a liberação de vapor com baixa radioatividade, apenas teve impacto no entorno da central.
Além disso, Tepco tenta reduzir os altos níveis de radiação detectados no fim de semana no edifício do reator 4, que se encontrava parado por uma revisão rotineira no dia da catástrofe.
Segundo os técnicos, a radiação procede do andar superior utilizado para armazenar grandes peças de equipamento contaminadas e na qual se está injetando água para reduzir as emissões.
Os operários também prosseguem os esforços para reativar o vital sistema de reciclagem de água contaminada, paralisado o fim de semana apenas cinco horas após o início depois que um de seus componentes alcançasse o nível máximo de césio radioativo que podia absorver.

Ministro afirma que internet a R$ 35 vai causar congestionamento

Paulo Bernardo disse que o governo precisará fazer investimentos além dos previstos pelas empresas
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou nesta sexta-feira que o Plano Nacional de Banda Larga, que será lançado no segundo semestre deste ano e pretende ofertar amplamente o serviço ao preço de R$ 35, vai causar "congestionamento" nas redes de internet brasileiras. Paulo Bernardo, que participou da abertura do 2º Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas, em Brasília, disse que o governo precisará fazer investimentos além dos previstos pelas empresas privadas.
"Percebemos que quando começar a vender a internet mais barata, teremos um problema sério de infraestrutura. Vamos ter que ter investimentos, associações para construir redes de fibra ótica. Disseram que precisávamos de US$ 144 bilhões para fazer investimentos, eu não acredito nisso. A Austrália está fazendo um plano de US$ 33 bilhões", disse.
Paulo Bernardo afastou a possibilidade de deixar a responsabilidade de prover internet banda larga em ampla escala em regime público, ou seja, a cargo do governo. "Não temos como opção colocar a internet em regime público. É muito menos conflitivo, e complicado outorgar isso às empresas e não temos todo esse orçamento para dizer: vamos fazer tudo. Para administrar a briga, vai o governo Dilma inteiro. Vamos fechar um acordo onde todas as empresas vão oferecer internet a um megabyte por R$ 35, capaz que cause congestionamento, mas vamos fazer", afirmou.
O ministro das Comunicações defendeu a aprovação do novo marco regulatório das comunicações e disse que a proposta nada tem a ver com censura da imprensa. "Nossa Constituição prevê que uma parte dos meios de comunicação tenha um marco regulatório. Não pode ter concentração, monopólio, tem que observar que não pode ter racismo, preconceito, discriminação, xenofobia e tem previsão que se obedeça a um conteúdo nacional e local mínimo. Parte da mídia faz críticas extremamente hostis e ácidas, criticados também reagem e é dificil administrar isso. Acho que a mídia não gosta de ouvir crítica, mas a mídia que conquistou o direito de criticar, tem que aceitar", disse.

domingo, 19 de junho de 2011

Silêncio e espera

Falar sobre o ‘silêncio’ é antes silenciar, é colher na quietude da alma o sussurro de Deus. Mas é quando se faz junção entre silêncio e espera que se começa a enxergar, sem véu, sem mistério a realidade talvez antes confusa. O Cardeal Tarcisio Bertone faz uma bela afirmativa a este respeito no seu recente livro – A ultima vidente de Fátima ao dizer: “Só no silêncio absoluto se começa a ouvir e só quando a linguagem desaparece é que se começa a ver.

Estes dias tenho silenciado um pouco, talvez menos do que devo, mas, certamente, já é um silêncio proveitoso. Viajando em missão e, portanto sem apresentar os programas diários na Rádio, tenho experimentado um misto de quietude e reencontro com Deus, com pessoas queridas e comigo mesma. Deus e seu jeito sempre novo de me visitar a cada tempo. Já ouvi dizer que viver bem o momento presente com tudo que ele implica, é o caminho mais simples e mais seguro para se chegar à santidade e, portanto a felicidade. Concordo com a afirmativa, mas como saber o tempo certo para cada ação, inclusive silenciar e esperar?

Digamos que em meio a correria do dia a dia, faltam ocasiões pra pensar na resposta e entre um desafio e outro vamos levando a vida a correr contra ou a favor do tempo.
Recordo-me da passagem bíblica Ecle, 3 - que diz : “Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus...” E ainda: “Todas as coisas que Deus fez são boas, a seu tempo...” A própria natureza ensina que cada coisa é boa a seu tempo. Constatamos isso, quando analisarmos algumas situações vividas em épocas passadas... É fácil verificarmos que foi bom naquele momento, mas talvez hoje já não fosse. É que, para cada momento existe uma graça especial... Fora da graças, nada tem sentido.

Tenho compreendido que grande sabedoria é viver bem o presente. Os sábios da história ensinam que esta é uma trilha segura que nos leva a Deus. O desafio continua sendo descobrir o tempo certo para cada coisa, e agir de acordo. Sei que este enigma não é só meu e acredito que chegamos mais próximos de uma resposta quando abrimos mão de nossos projetos e abraçamos os de Deus, fazendo do seu tempo o nosso e vivendo cada momento como se fosse: o primeiro; o último e o único momento.  Agindo assim, não fazemos nada por um acaso e cada palavra, cada gesto, telefonema, decisão... Por simples que sejam, passam a ser a coisa mais importante de nossa vida.

Quando se fala de tempo é preciso saber respeitar sua passagem, compreender seus segredos e guardar seus ensinamentos sem deixar de vivê-lo. Sabemos que o tempo trabalha a nosso favor ou contra nós, dependendo da maneira como o utilizamos. Então valorizemos nosso tempo dividindo-o com quem espera de nós um sorriso, uma abraço, um ombro amigo, um gesto de amor. E vivamos melhor cada dia de nossa vida.
Sempre que me vejo irritada e sem tempo, quando parece não existir horas suficientes num só dia para fazer tudo o que desejo, então compreendo que é preciso parar um pouco e rever a maneira como estou passando meus dias. Geralmente nestes momentos, reencontro o Senhor do tempo e da história que me orienta e refaz.  Parar quando se faz necessário, é questão de respeito e amor a nossa própria vida. Muitas vezes se não paramos, Deus por amor nos para. Compreender esta pedagogia e ser dócil é grande sabedoria. Se enquanto ler sobre “silencio e a espera”, percebe que é tempo de parar, tenha a coragem de dar este passo.

Aprendi que o silêncio e a espera em Deus trazem o poder de nos transformar naquilo que devemos ser.
Estamos juntos!
Dijanira Silva

sábado, 18 de junho de 2011

Simplesmente barro nas mãos do Oleiro

A Sagrada Escritura utiliza-se de inúmeras figuras e expressões para revelar Deus e o Seu modo peculiar de agir na história. Entre estas descrições quero destacar a imagem do oleiro, fortemente acentuada pelo profeta Jeremias (cf. Jer 18,1-6ss).
Nestes versículos apresentados pelo profeta, a manifestação divina é expressa com a figura de um oleiro, que molda como a argila aqueles que Lhe pertencem. Esta descrição é rica em expressão e em significado, pois desvela a ação e o amor do Eterno, possibilitando-nos compreender o "singelo jeito" com que Ele nos acompanha e faz crescer.
Este Oleiro sabe, melhor que nós mesmos, do que realmente precisamos e o que nos fará essencialmente felizes. Sua ternura nos convida ao abandono total aos Seus cuidados, os quais sempre nos proporcionarão o melhor, mesmo quando não formos capazes de compreender Seu distinto modo de agir. Por isso, para caminhar no território da fé, a confiança se estabelece como realidade mais necessária do que a compreensão… Uma confiança "filial" de alguém que se descobre amado e cuidado e que, por isso, crê que o Oleiro está sempre agindo e realizando o que é melhor para seus dias.
De fato, este Oleiro enxerga além. Ele contempla as surpresas que ao futuro pertencem e, na Sua Divina Providência, cuida de nós: ora retirando de nosso caminho o que nos é prejudicial, ora acrescentado algo àquilo que nos falta. Isso nos desautoriza a pretensão de querer condicionar a ação de Deus à nossa limitada maneira de enxergar e compreender as coisas, antes, nos confessa que é preciso confiar naquilo que Ele faz e em Seu modo particular de fazê-lo.
A confiança nos abre à percepção de que Deus sabe retirar excessos e acrescentar às ausências no momento certo. Sabe o que realmente nos fará crescer e amadurecer (e crescer às vezes dói). E maduro é quem sabe perder sem apegos, para que assim possa ser despojado do que não lhe é essencial e acrescentado no que realmente lhe falta.

Não existe arte sem amor, quadro sem pintor, vaso sem oleiro… Obra mais bela é a que se constrói pelas mãos do artista, do Oleiro. Só Ele traz em Seu coração os belos sonhos que poderão retirar um rude barro de sua "não existência".
O barro não pode se moldar a si mesmo. Para vir a ser, ele precisa confiar-se aos sonhos e à sensibilidade do oleiro, pois as mãos dele comportam a medida certa, entre firmeza e delicadeza, para trabalhar esta substância abstrata transformando-a em uma linda obra de arte.

Da mesma forma, não existe parto sem dor, maturidade sem perdas, felicidade sem se  ater ao essencial. É necessário confiar n’Aquele que nos molda, e mesmo quando a firmeza de Suas mãos parecer pesar demais sobre nós, confiemo-nos à Sua iniciativa e criatividade, que sempre realizará em nós o que é melhor.
A felicidade faz morada em nosso coração à medida que nos assumimos como aquilo que realmente somos: “Barro, apenas barro, nas mãos do Oleiro!”

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Notícias Católicas

Bento XVI receberá homenagem de artistas nos 60 anos de sacerdócio

O Papa Bento XVI receberá homenagem de 60 artistas de todo o mundo por ocasião do seu 60º aniversário de sacerdócio, comemorado dia 29 de junho. O título da mostra é "O esplendor da verdade, a beleza da caridade – Homenagem dos Artistas a Bento XVI pelo 60º de Sacerdócio".
A mostra é promovida pelo Pontifício Conselho para a Cultura  e acontecerá no Átrio da Sala Paulo VI entre os dias 5 de julho e 4 de setembro, de segunda a sábado, das 10 às 19h (horário local). O próprio Papa inaugurará a mostra, no dia 4 de julho, ocasião em que receberá pessoalmente a homenagem dos artistas e dirigirá aos mesmos o seu discurso.
O representante do Brasil no evento será o arquiteto Oscar Niemeyer, que, devido à idade avançada, não estará presente fisicamente, mas com a representação de uma de suas obras: a Catedral de Belo Horizonte.
Os 60 artistas convidados são de renome internacional e pertencem a diversas categorias artísticas (pintura, escultura, arquitetura, fotografia, literatura e poesia, música, cinema, ourivesaria).
O evento foi apresentado durante uma coletiva na Sala de Imprensa da Santa Sé na manhã desta sexta-feira, 17. Participaram da coletiva o presidente do Pontifício Conselho, Cardeal Gianfranco Ravasi, e o responsável pelo Departamento "Arte e Fé" do mesmo dicastério, monsenhor Pasquale Iacobone.
"A relevância desta ocasião é devida também ao significado que assume para o diálogo entre a Igreja e os artistas, bem como pela presença de artistas de clara fama e pertencentes às diversas áreas de expressão, que se envolvem com um tema de grande profundidade e valor espiritual, no qual se refletem os motivos caros ao Pontífice", lê-se na nota divulgada pela Sala de Imprensa.
O encontro acontece na esteira do encontro do Pontífice com os Artistas, acontecido em novembro de 2009, na Capela Sistina. Naquela ocasião, de fato, Bento XVI havia se despedido dos artistas com um "Arrivederci!", expressão italiana equivalente a um "Até breve!".

Santa Sé defende dignidade da mulher junto a ONU

A violência contra a mulher continua a ser um grave problema em muitos países e para mudar esta situação, um dos melhores instrumentos é a educação. Esta é a reflexão proposta pelo observador permanente da Santa Sé, Dom Silvano Tomasi, na 17ª Sessão do Conselho para os Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), que acontece em Genebra, Suíça.

Entre as várias agressões destacadas pelo observador da Santa Sé estão o estupro como arma de guerra, o tráfico de meninas, os abusos contra empregadas domésticas, os sequestros e conversões forçadas, casamentos e abortos obrigados.
Dom Silvano recordou as palavras do Papa Bento XVI que disse que "embora a violência seja mais frequente onde há pobreza e instabilidade social, há que reconhecer que ainda a toleram alguns sistemas legais e tradições: Em alguns lugares e culturas, elas são discriminadas ou subestimadas só por serem mulheres".
“Perante estes fenômenos graves e persistentes, os cristãos têm um compromisso cada vez mais urgente em promover uma cultura que reconheça a dignidade que pertence às mulheres, na lei e na realidade concreta”, afirmou o representante da Santa Sé.
Para prevenir esse tipo de violência, Dom Tomasi sugeriu a instauração de melhorias no nível de vida e o acesso à educação. Neste sentido, recordou o ensinamento da Igreja sobre a “igualdade de dignidade na unidade de homem e mulher, na arraigada e profunda diversidade entre masculino e feminino, na sua vocação à reciprocidade e à complementaridade, à colaboração e à comunhão”.
“A minha delegação considera que é possível melhorar a situação das mulheres e lutar contra o flagelo da violência, construir uma igualdade criativa e um respeito mútuo que previnam todo recurso à violência”, concluiu o observador.

Vaticano vai debater uso de células-tronco adultas com estudiosos

O Vaticano realizará entre os dias 9 e 11 de novembro uma Convenção Internacional intitulada “Células-Tronco: a ciência e o futuro do homem e da cultura” (tradução livre). O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira, 16, por membros do Departamento Ciência e Fé do Pontifício Conselho da Culturadurante uma coletiva de imprensa na Sala João Paulo II. 
“Seguramente, muitos se perguntam: por que o Pontifício Conselho da Cultura está envolvido na questão das células-tronco adultas? A resposta cai sobre a missão do nosso dicastério, chamado a dialogar com toda a expressão da cultura contemporânea, fortemente imbuída e moldada pela ciência”, explicou o Diretor do Departamento Ciência e Fé, padre Tomasz Trafny.
Segundo os membros do dicastério, presentes na coletiva, já há algum tempo este pontifício conselho está empenhado na promoção de um sério diálogo entre as ciências naturais e humanas, especialmente filosofia e teologia. A escolha de indagar sobre o uso das células-tronco adultas é, assim, uma natural consequência de um percurso iniciado alguns anos atrás. 
“O interesse, portanto, que temos nesta questão em particular é bastante limitado. Destina-se a explorar o impacto cultural da pesquisa sobre células-tronco adultas e a medicina regenerativa, a médio e longo prazo. Tudo tem sua origem em uma dupla convicção”, esclareceram.
Para o Vaticano, promover diálogos como esse é essencial, visto que a medicina hoje interage com todas as dimensões da cultura: social, legislativa, filosófica-teológica e econômica. 


Trabalho em conjunto

Neste sentido, a companhia internacional biofarmacêutica NeoStem está trabalhando em conjunto com o Vaticano para partilhar “valores éticos que veem em sua essência a proteção da vida humana em todas as fases do seu desenvolvimento”, destaca a cientista americana Robin L. Smith, presidente e diretora executiva da NeoStem.
A companhia, ressalta a cientista, tem interesse em indagar os impactos culturais que possam haver com as descobertas científicas resultantes da investigação em células-estaminais adultas.
“Hoje não é de se espantar que uma indústria biofarmacêutica tenha forte interesse sobre a tutela da vida em sua totalidade, havendo ao mesmo tempo interesse em indagar a cultura. Por este motivo, pensamos em formalizar uma colaboração. Já há mais de um ano estamos traçando possibilidades para desenvolver isso”, conta a presidente da NeoStem.
O primeiro fruto prático desta colaboração será a convenção em novembro, para a qual o Vaticano quer convidar todos os bispos, embaixadores credenciados junto a Santa Sé, ministros de saúde dos diversos países, líderes de opinião e meios de comunicação. 
“Esperamos que estejam presentes pessoas que partilhem da mesma sensibilidade para a realidade dos valores éticos e o desejo de promover o diálogo entre ciência e religião”, destaca o diretor do Departamento Ciência e Fé. 


Construção de diálogos

Também está nos planos do Vaticano desenvolver projetos com a ajuda de estudantes das universidades pontifícias e instituições católicas de ensino sobre temas ligados ao diálogo entre as ciências naturais e humanas. 
“Desejamos também alcançar um amplo público, especialmente os fiéis e operadores de pastorais nos vários níveis que algumas vezes encontram dificuldades para entender alguns problemas complexos relacionados com a ciência, filosofia e teologia.  Bem como, aqueles que não tem conhecimento científico, mas desejam ter não só uma correta informação sobre esses temas, como também a disponibilidade de ter uma formação clara”, salienta o sacerdote. 
No fim da coletiva, foi recordada uma famosa carta de João Paulo II escrita ao padre George Coyne que diz: “Com o crescimento do diálogo e da comunhão existirá um progresso em direção a mútua compreensão e uma gradual descoberta de interesses comuns que formam as bases para novas buscas e discussões”. 
“Nós acreditamos no diálogo e estamos abertos a explorar os possíveis percursos de colaboração com várias instituições e cientistas que queiram contribuir para a aproximação recíproca entre ciência e religião para uma cultura do futuro baseada em grandes valores”, concluiu o diretor do Departamento Ciência e Fé.

Refletindo...

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