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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Agricultura vira cabide de emprego


Cúpula do PMDB se beneficiou da criação de novos cargos na Conab, de acordo com denúncia do jornal “Folha de S. Paulo”

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, transformou uma empresa pública, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), em um cabide de empregos para acomodar parentes de líderes políticos de seu partido, o PMDB, de acordo com reportagem publicada neste domingo pelo jornal “Folha de S. Paulo.
Segundo a reportagem, o loteamento começou quando Rossi dirigiu a estatal, de junho de 2007 a março de 2010. Ele deu ordem para mais do que quadruplicar o número de assessores especiais do gabinete do presidente - de seis para 26 postos. 
Algumas contratações foram assinadas de próprio punho pelo ministro, homem de confiança do vice-presidente Michel Temer, presidente licenciado do PMDB. 

Novas denúncias

Esta é a segunda grande denúncia contra o Ministério da Agricultura neste final de semana. Ontem, a “Veja” divulgou reportagem que mostra a atuação de um lobista dentro do governo. 
O lobista, segundo a publicação, teria acesso liberado à entrada privativa do ministério e usaria uma sala com computador, telefone e secretária na sobreloja do prédio, onde está instalada a Comissão de Licitação - repartição que elabora as concorrências que, só neste ano, deverão liberar R$ 1,5 bilhão da pasta.
A denúncia resultou na queda do secretário executivo do Ministério da Agricultura, Milton Ortolan,que pediu demissão. Em nota publicada no site do ministério, Ortolan repudiou as informações e diz não ser conivente com irregularidades e desvios de recursos no ministério. “Não participei e nem compactuo com ilegalidades. Tenho 40 anos de serviço público. Jamais fui acusado de conduta irregular”, diz Ortolan em nota.

Saques e violência se espalham por Londres em segunda noite de tumultos


A revolta que explodiu na noite de sábado no bairro de Tottenham se espalhou para outras regiões de Londres na noite de domingo (7), que foi marcada por saques e violência em ruas da cidade.
Mais de 100 pessoas foram presas, policiais sofreram ataques e lojas foram saqueadas e destruídas em vários pontos do norte de Londres, além de Brixton, no sul, e de Oxford Circus, no centro turístico da capital britânica.
A Polícia Metropolitana de Londres (conhecida como Scotland Yard) disse que os incidentes são imitações de atividades criminosas, que começaram após um protesto pela morte de Mark Duggan, de 29 anos.
TROCA DE TIROS
Duggan foi morto por policiais na quinta-feira, em Tottenham, após ser abordado em um táxi por uma unidade que investiga crimes com armas de fogo no bairro. Os policiais não divulgaram detalhes do suposto tiroteio, em que um policial também foi ferido à bala, mas prometeram uma investigação.
No sábado, manifestantes se reuniram para exigir respostas da polícia a respeito da ação.
Por volta das 20h (16h no horário de Brasília), um tumulto começou e a polícia foi acionada.
Alguns manifestantes jogaram bombas caseiras contra a polícia e alguns prédios. Um ônibus de dois andares foi incendiado. Um supermercado, uma loja de carpetes e outros prédios também pegaram fogo.
TÊNIS NOVOS
Em seguida, a violência começou a se espalhar para bairros vizinhos e depois para outras áreas da cidade. Veículos da polícia foram atacados e grupos de dezenas de jovens saquearam e incendiaram lojas.
“Eles destruíram a (casa de apostas) William Hill, colocaram fogo em latas de lixo (…) Eu vi uma (loja de celulares) Vodafone saqueada, uma (loja de calçados) Footlocker saqueada e incendiada, eu vi um (supermercado) Marks & Spencer atacado”, relatou o jornalista da BBC Paraic O’Brien, que estava em Brixton.
Manifestantes põem fogo em viaturas, prédios e ônibus em Londres
Jornalistas também disseram ter visto jovens lançando pedras e garrafas contra a polícia e até usando extintores de incêndio para impedir a aproximação dos policiais, enquanto eles saqueavam lojas.
O repórter Andy Moore, da BBC, testemunhou as duas noites de violência e disse que elas tinham motivações bem diferentes.
“O que pode ter sido iniciado em Tottenham por jovens ressentidos com o que eles viam como perseguição policial se tornou algo de natureza bem diferente. Na noite passada, havia uma impressão de que os saques, a violência e a desordem em Londres estavam sendo coordenados nos sites de mídia social”, disse ele.
NÍVEIS ABSURDOS DE VIOLÊNCIA
“Os policiais estão chocados com os absurdos níveis de violência dirigidos a eles. Pelo menos nove policiais foram feridos esta noite, além dos 26 da noite de sábado. Nós não vamos tolerar essa violência deplorável. A investigação continua para levar esses criminosos à Justiça”, disse a comandante da polícia Christine Jones.
Partes de Tottenham, onde os tumultos começaram, ainda estão isoladas para que policiais e especialistas forenses examinem o local dos confrontos.
Até o momento, 16 pessoas já foram indiciadas por crimes como roubo, violência e posse de arma.

Bancários decidem pedir reajuste de 12,8% neste ano


A pauta de reivindicações da categoria prevê a Participação nos Lucros e Resultados de três salários mais R$ 4.500,00, aumentos nos vales refeição e alimentação e outras demandas

Em um momento em que o Banco Central (BC) reiterou que os reajustes salariais de várias categorias profissionais podem representar uma forte pressão para a inflação, os bancários definiram que a categoria vai reivindicar um reajuste salarial de 12,8% na campanha deste ano. O porcentual foi fechado por delegados eleitos por empregados dos bancos públicos e privados na 13ª Conferência Nacional, realizada neste fim de semana, na capital paulista. Os 12,8% incorporam um aumento real de 5%, mais a reposição da inflação projetada em 7,5%. A categoria tem data-base em 1º de setembro.
A pauta de reivindicações da categoria prevê ainda Participação nos Lucros e Resultados de três salários mais R$ 4.500,00, aumentos nos vales refeição e alimentação e outras demandas. A pauta deve ser entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) no dia 12 de agosto.
Divulgada na quinta-feira da semana passada, a ata da 160ª reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central destacou que "um risco muito importante (para inflação) reside na possibilidade de concessão de aumentos de salários incompatíveis com o crescimento da produtividade e suas repercussões negativas sobre a dinâmica da inflação." O alerta reprisou comentários que constaram de documentos anteriores das autoridades monetárias.

Exército sírio mata 52 civis


Outras cem pessoas ficaram feridas, segundo entidades de direitos humanos
Ao menos 52 civis morreram neste domingo na Síria durante operações militares, 42 deles na cidade de Deir Ezzor (leste), tomada pelo Exército, afirmou o diretor da Liga Síria dos Direitos Humanos, Abdel Karim Rihaui.
Os protestos internacionais contra a repressão aos opositores pelo regime de Bashar al-Assad não impediram que mais um massacre acontecesse neste domingo. Ao mesmo tempo, a Liga Árabe pediu o fim imediato da violência no país.
"Quarenta e dois civis morreram e mais de cem ficaram feridos em Deir Ezzor pelos disparos das Forças Armadas e das forças de segurança durante operações militares, e ao menos dez civis morreram em Hule, perto de Homs", afirmou Rihaui. "Milhares de pessoas fugiram desta cidade desde a manhã para Hasake, mais ao norte", completou.

Mais ataques

Vinte e cinco tanques e outros veículos de transporte militar chegaram a Hula, cenário de operações militares, durante a manhã, segundo Rihaui.
Os Comitês de Coordenação Locais (LCC), que organizam as manifestações contra o regime, informaram em sua página no Facebook a morte de 42 civis em Deir Ezzor por disparos das forças de segurança.
"Franco-atiradores dos grupos de (o presidente sírio Bashar al) Assad estão nos telhados de vários edifícios de Deir Ezzor e disparam contra qualquer um que se movimente", afirmam.

Isolado

Cada vez mais isolado no plano internacional, o regime sírio anunciou no sábado eleições legislativas "livres e transparentes" até o fim do ano. Mas Washington, Berlim e Paris estudam novas medidas contra Damasco e as monarquias do Golfo reclamaram o fim do "derramamento de sangue".

O presidente sírio Bashar al-Assad afirmou neste domingo que o Estado tem a "obrigação" de atuar "contra os que estão fora da lei", que acusa de "aterrorizar a população", informou a agência oficial Sana.
No plano internacional, o novo secretário-geral da Liga Árabe, Nabil al-Arabi, pediu às autoridades sírias o fim "imediato" da violência, no primeiro comunicado oficial da organização sobre a repressão na Síria.

Governo quer formular nova geração de políticas públicas e evitar volta à pobreza dos emergentes


A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República e o Ministério da Fazenda promovem nesta segunda-feira (08/08), em Brasília, o seminário A Média Faz a Diferença: Origem e Desafios Sobre a Nova Classe Média Brasileira. O evento, que será aberto pela presidenta Dilma Rousseff, inicia o debate dentro do governo a respeito de uma “nova geração de políticas públicas”, explicou à Agência Brasil o secretário executivo da SAE, Roger Leal.
A preocupação é formular políticas sociais para o contingente de 31 milhões de pessoas que entraram na classe C na última década que sirvam como “trava” para que esse contingente não regresse à condição social anterior. Segundo Leal, “é primordial” compreender quem são as pessoas que emergiram; como foi o processo de ascensão; quais as demandas da população por serviços públicos; e entender o que diferencia esse contingente daqueles que não conseguiram melhorar o padrão de vida.
“Nós temos uma sociedade diferente, tivemos uma conquista. O que devemos fazer para preservar essa conquista? Como consolidá-la para minimizar os riscos de que possa haver retrocesso?”, pergunta o secretário-executivo ao lembrar que a ascensão gerou impacto no mercado de consumo e nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal).
A avaliação do governo é de que a nova classe social tem um papel central na economia nacional. A ampliação do estrato e do seu poder de consumo é considerada a força motriz do mercado interno, um fator que aumentou de importância desde o estopim da crise econômica internacional em 2008.
O incremento da classe média (hoje equivalente a mais da metade da população, 95 milhões de pessoas) é considerado efeito das políticas sociais distributivas e das políticas econômicas anticíclicas do governo anterior.
Para o ministro-chefe da SAE, Moreira Franco, o crescimento da classe média está intimamente ligado à valorização real, do salário mínimo e ao aumento da oferta de emprego, conforme salientou há cerca de 15 dias ao anunciar a realização do seminário de amanhã.
O evento contará com a participação dos principais especialistas em políticas sociais como Ricardo Paes de Barros (atual secretário de Ações Estratégicas); Marcelo Neri (Fundação Getulio Vargas); e Márcio Pochmann (atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea). Esses especialistas têm sido ouvidos pela presidenta Dilma desde a preparação do governo (a agenda social foi o primeiro assunto discutido pela equipe de transição no ano passado)
Além desses especialistas, o seminário terá como convidados nomes do mercado financeiro (como Luiz Awazu Pereira da Silva, do Banco Central; e Marcos Lisboa, do Itaú-Unibanco); formuladores de políticas econômicas (Marcio Hollanda de Brito, do Ministério da Fazenda); pesquisadores de consumo e opinião (como Renato Meirelles, do Data Popular); professores de economia (como Eduardo Giannetti, do Instituto de Ensino e Pesquisa – Insper) e palestrantes de organizações multilaterais (como Mario Pezzini, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE).

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Papa sugere leitura da Bíblia nos momentos de descanso

Na manhã desta quarta-feira, às 10h30 (horário de verão de Roma, 5h30 pelo horário de Brasília), na Praça da Liberdade, diante do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, o Papa Bento XVI encontrou-se com os peregrinos para retomar as tradicionais Audiências Gerais das quartas-feiras. Na pregação da catequese desta quarta-feira, dando continuidade ao ciclo de Catequeses sobre a oração, o Papa sugeriu aos fiéis uma leitura especial, particularmente nos períodos de descanso. 

“Gostaria agora de fazer uma proposta: porque nãodescobrir alguns livros da Bíblia que normalmente não são conhecidos? Ou aqueles que talvez escutamos qualquer pedaço durante a Liturgia, mas que jamais lemos por inteiro?”, indicou Bento XVI.Geralmente num momento de pausa nas atividades, de modo especial durante as férias, as pessoas pegam algum livro interessante para ler, afinal, como destacou o Papa, “cada um de nós tem necessidade de um tempo e um espaço para se recolher, meditar, se acalmar... Graças a Deus é assim!”De fato, o ser humano não foi feito só para trabalhar, mas também para pensar e refletir. Então nada melhor que seguir com a mente e com o coração um história enriquecedora, uma história bílica.O Papa destaca que muitoscristãos nunca leram a Bíblia ou tem um conhecimento muito limitado e superficial. A Bíblia – como diz o nome – é uma coleção de livros, um pequena “biblioteca”, nascida com o passar de um milênio.Antigo e Novo TestamentoAlguns desses livrinhos que a compõe permanecem quase que desconhecidos para a maior parte das pessoas, também para bons cristãos. Alguns são bem breves, como o “Livro de Tobias”, um livro que contém um sentido muito alto de família e de matrimônio; o Livro de Ester, no qual a rainha judia, com a fé e a oração, salva seu povo do extermínio. Ou ainda um mais brevre: o Livro de Rute,  uma estrangeira que conhece Deus e experimenta sua providência. Estes pequenos livros podem ser lidos por inteiro em uma hora”, esclarece o Papa. Mas também existem livros mais desafiadores, e verdadeiras obras primas, como indica o Pontífice, entre eles, o Livro de Jó, que aborda a grande problemática da dor do inocente; o Eclesiastes que debate a desconcertante modernidade na qual coloca em discussão o sentido da vida e do mundo; e o Cantico dos Caticos, estupendo poema simbólico do amor humano.Além destes livros do Antigo Testamento, o Santo Padre destacou a leitura do Evangelho, bem como a leitura dos Atos dos Apostólico e das Cartas, verdadeiras experiências de descobertas. “Queridos amigos, hoje quero sugerir de ter em mãos, durante às férias ou nos momentos de pausa, a santa Bíblia, para apreciá-la de modo novo, lendo subsequentemente alguns de seus Livros, aqueles menos conhecidos e também aqueles mais notáveis, como o Evangelho, mas uma leitura contínua”, aconselha Bento XVI.Tais momentos de leitura, salienta o Papa, podem ser de grande enriquecimento cultural, mas também um enriquecimento espiritual que fortalece o conhecimento de Deus e o diálogo com ele por meio da oração.Saudação aos peregrinosNo fim da catequese, Santo Padre saudou os peregrinos de língua portuguesa, em especial os brasileiros vindos de Fortaleza (CE). “Queridos peregrinos de língua portuguesa sede bem-vindos! Saúdo de modo especial os portugueses vindos de Vidigueira e do Porto, bem como os brasileiros vindos de Fortaleza. Não deixeis de aproveitar os momentos de descanso para redescobrir na leitura da Bíblia um enriquecimento cultural e, sobretudo, um alimento para os vossos espíritos. Que Deus vos abençoe!”, disse o Papa. 

Formação: Os jovens desejam mudanças

Por mais caótica que seja a situação, existe algo bom acontecendo
Quando meus olhos miraram 150 mil jovens de braços levantados, pulando e dançando [no PHN 2011], eu, na verdade, contemplei a saúde física, psíquica e espiritual deles. Tanta vida pulsando e existindo diante de mim. Eu tremi, vibrei, chorei, ri e tive a certeza de que, por mais crise que enfrentemos ao longo do caminho da humanidade, existe uma geração que opta por aquilo que realmente faz a diferença na história.

Ao viajar pelo mundo, ao ver bustos de personalidades nas praças, nomes nas placas, penso comigo: "Eles vieram e se foram, e agora é a minha vez de viver. Eu também posso colaborar para um pedaço da história".

O que aconteceu aqui na Canção Nova, no Acampamento PHN (Por HojeNão), que propõe a ruptura diária com o pecado, realizado há duas semanas, é histórico: jovens entregando drogas em nossas mãos diante de milhares de pessoas, decidindo romper com o vício, a prostituição, a violência, sem deixar a alegria própria de ser jovem.
Passaram por aqui e viram com os próprios olhos também representantes da esfera pública, autoridade eclesial do Vaticano, além de vários veículos de comunicação que vieram fazer a cobertura do evento. Essa boa notícia tem se tornado conhecida por muitos e atende à necessidade de resposta ao mundo diante de novas perguntas: droga, sexualidade, família, violência, corrupção, entre outros.
Pudemos mostrar à sociedade que existe uma geração que realmente quer mudanças. E não se tratam de mudanças irônicas ou desconectadas e sim, coerentes, e são jovens que gritam por isso.
Está na hora de reunir todos aqueles que estão trabalhando de maneira honesta e real na Igreja, na política, na educação, na segurança, na saúde, no esporte etc., para que as famílias, pais e mães desesperados por verem seus filhos engolidos pelas drogas, encontrem um caminho.
Estamos crescendo e nos tornando notícia, algo sonhado e idealizado por nós. Acolhemos os profissionais de mídia de todos os canais de TV, rádio, jornais, sites. Existe uma sede, uma fome de ver o bem acontecendo. Vejo que todos esses profissionais - editores, diretores, produtores, locutores e apresentadores - devem se deixar possuir por este anseio: o de dar uma resposta boa, justa, positiva à humanidade.
Divulguemos com indignação as más notícias, mas com muito mais força, alegria, arte, profissionalismo e amor à boa notícia, pois ela existe! E nossos filhos, netos e todos que vierem vão agradecer o empenho de buscar em tudo um olhar de esperança, pois em todo lugar, por mais caótica que seja a situação, existe algo bom acontecendo. É nosso dever, como profissionais de comunicação, descobrir a esperança e apresentá-la à humanidade.
Cerca de 150 mil jovens de todo o Brasil e alguns países da Europa e América Latina mostraram que existe, é fato, algo novo e lindo acontecendo e os homens de paz e bem estão cada vez mais articulados. Todos seremos atingidos pela força do bem. Eu acredito no ser humano, eu acredito no PHN.

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